Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 10 de junho de 2022
Pacheco rechaçou a possibilidade de Jair Bolsonaro não aceitar o resultado em uma eventual derrota.
Foto: Agência SenadoO presidente da República em exercício, o senador Rodrigo Pacheco, voltou a dizer, nesta sexta-feira (10), que as eleições brasileiras transcorrerão dentro da normalidade e que o resultado do pleito de outubro será respeitado pelos candidatos. Ele também rechaçou a possibilidade de Jair Bolsonaro não aceitar o resultado em uma eventual derrota.
“As eleições são a expressão mais pura da democracia, da vontade popular de escolher seus representantes. Não tenho dúvida alguma que as eleições no Brasil transcorrerão, obviamente, com debate de ideias e, às vezes, com algum acirramento de ideias, mas dentro da normalidade”, disse Pacheco durante o 2º Encontro do Conselho Nacional do Poder Legislativo Municipal das Capitais (Conalec), realizado em João Pessoa, na Paraíba.
“E o resultado das urnas vai revelar de forma fidedigna a vontade popular em relação aos diversos cargos que estão sendo colocados em disputa. E esse resultado será naturalmente reconhecido por todos”, completou.
Questionado se há possibilidade de algum tipo de “golpe” por parte de Bolsonaro, que busca a reeleição e aparece em segundo lugar nas pesquisas eleitorais, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Pacheco disse que não.
“Não vejo essa possibilidade. Aliás, a fala [de Bolsonaro durante encontro com Joe Biden, presidente dos Estados Unidos] foi justamente no sentido de que respeitará democraticamente o resultado eleitoral e, obviamente, que continua com a sua reivindicação de se ter, na ótica dele, uma clareza maior em relação às urnas. Mas, em relação a isso, afirmo e reafirmo que as urnas são confiáveis. A Justiça Eleitoral é uma Justiça muito qualificada e especializada”, defendeu Pacheco.
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Que golpe está em andamento.. inacreditável…
E o plebiscito sobre o desarmamento, foi reconhecido? Não.
Então, que moral tem esse incompetente mentiroso para falar em democracia?
A urna é um computador, e os técnicos do TSE podem programar elas como quiserem, nunca saberemos. Podem fraudar tanto para um lado como para o outro, mas considerando o ódio deles pelos valores tradicionais da sociedade, já sabemos pra que lado vai essa MMMM.