Segunda-feira, 14 de Junho de 2021

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Economia Produção industrial recua em 9 das 15 regiões do País em março

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Já na indústria do Rio Grande do Sul, o setor de veículos e o setor outros produtos químicos tiveram os maiores impactos negativos

Foto: José Paulo Lacerda/CNI
Já na indústria do Rio Grande do Sul, o setor de veículos e o setor outros produtos químicos tiveram os maiores impactos negativos. (Foto: José Paulo Lacerda/CNI)

A produção industrial registrou queda, na passagem de fevereiro para março, em 9 das 15 regiões pesquisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostram dados divulgados nesta terça-feira (11).

“É um impacto direto da pandemia na atividade industrial”, aponta em nota o gerente da pesquisa Bernardo Almeida. No resultado geral do país, a produção da indústria recuou 2,4% em março, na segunda queda mensal consecutiva após nove altas.

Principais quedas

A queda mais acentuada foi registrada no Ceará, de 15,5% – a mais intensa desde abril de 2020, quando havia recuado 35,2%. Na Bahia, o recuo foi de 6,2%, na terceira queda consecutiva, puxada pelos setores de couros, artigos para viagens, calçados e bebidas, segundo o IBGE.

Já na indústria do Rio Grande do Sul, o setor de veículos e o setor outros produtos químicos tiveram os maiores impactos negativos, levando o Estado à segunda queda consecutiva, com perda acumulada de 9,2%. Também é a queda mais intensa desde abril de 2020 (21,4%).

Principais altas

No lado positivo, o Amazonas teve o maior avanço (7,8%) e a maior influência de alta, após três meses com resultados negativos e 16,6% de perda acumulada – graças ao setor de outros equipamentos de transportes e às indústrias de bebidas.

Março contra março

Na comparação com o mês de março de 2020, a indústria mostrou dados mais animadores: houve alta em 10 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Santa Catarina (36,5%), Amazonas (22,5%) e Rio Grande do Sul (21%).

São Paulo (16,0%), Minas Gerais (12,5%) e Paraná (12,3%) também registraram resultados positivos maiores do que a média da indústria nacional (10,5%). Houve altas também no Ceará (9,9%), Pará (8,1%), Pernambuco (7,0%) e Goiás (0,4%).

A Bahia mais uma vez foi destaque negativo, com recuo de 18,3%. Rio de Janeiro (-4,8%), Região Nordeste (-2,7%), Mato Grosso (-1,7%) e Espírito Santo (-1,4%) foram as demais locais quedas nessa comparação.

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