Segunda-feira, 13 de Julho de 2020

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Mundo Quarta noite de protestos nos Estados Unidos por morte de homem negro deixa mortos e centenas de pessoas presas

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Ao menos 30 cidades americanas tiveram protestos pela morte do homem negro

Foto: Reprodução
Ao menos 30 cidades americanas tiveram protestos pela morte do homem negro. (Foto: Reprodução)

Um homem e um agente federal morreram e centenas de pessoas foram presas ao redor dos Estados Unidos entre a noite de sexta-feira (29) e a manhã deste sábado (30) durante protestos pela morte de George Floyd, homem negro que foi asfixiado por um policial branco e depois morreu em Minneapolis na segunda-feira (25).

Ao menos 30 cidades americanas tiveram protestos pela morte de Floyd. O homem que morreu, um jovem de 19 anos, foi atingido depois que uma pessoa passou atirando de dentro de um carro contra uma multidão que protestava no centro de Detroit, no Michigan. A polícia ainda não sabe se ele fazia parte dos protestos.

O agente federal morreu depois de ser baleado durante as manifestações em Oakland, perto de San Francisco, na Califórnia. Um segundo agente foi atingido, segundo a polícia, mas sobreviveu. De acordo com as autoridades, 7,5 mil pessoas participaram das manifestações na cidade; houve prisões, mas o número de detidos não foi informado. Houve relatos de vandalismo, roubos, incêndios e ataques a policiais.

Em Nova York, “dúzias” de pessoas foram presas, mas os protestos foram acalmados, informou a polícia. Em Lincoln, no estado de Nebraska, os protestos da noite de sexta-feira continuaram até a manhã deste sábado; também houve prisões.

Em Portland, no Oregon, oeste do país, a prefeitura declarou estado de emergência. Um toque de recolher foi decretado até as 10h (horário de Brasília) deste sábado e depois, de novo, a partir da meia-noite até as 10h de domingo (31).

O caso

George Floyd morreu no dia 25 de maio, depois de ser asfixiado por 8 minutos e 46 segundos pelo policial branco Derek Chauvin em Minneapolis, no estado de Minnesota. Na sexta-feira, Chauvin foi detido e acusado de homicídio.

Segundo a acusação contra Chauvin, ele manteve seu joelho sobre o pescoço de Floyd durante os 8 minutos e 46 segundos, sendo que nos últimos 2 minutos e 53 segundos o homem negro já estava inconsciente. A autópsia informou, entretanto, que não houve “nenhum achado físico que apoie o diagnóstico de asfixia traumática ou estrangulamento”.

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