Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 20 de março de 2016
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
A 20 de março de 1966, durante exposição no Center Hall, de Londres, incluída nos preparativos da Copa do Mundo de Futebol que começaria a 11 de julho do mesmo ano, a Taça Jules Rimet foi furtada. A Scotland Yard se empenhou nas buscas e não obteve êxito.
Uma semana depois, David Corbett, funcionário dos Correios da Inglaterra, passeava numa praça da capital inglesa. Farejando um arbusto, seu cachorro chamado Pickles localizou o troféu, enrolado em jornais.
Corbett entrou em contato com a Polícia que, em um primeiro momento, acreditou ter sido ele o responsável pelo furto.
Com tudo esclarecido, Corbett recebeu recompensa de seis mil libras (cerca de 32 mil reais) e Pickles foi contemplado com fornecimento grátis de ração canina por um ano, pago por patrocinador do Mundial. Estava salva a honra da Rainha e da Copa do Mundo.
O troféu tinha sido criado em 1930 pelo artesão francês Abel Lafleur e encomendado pelo criador da Copa do Mundo e presidente da Fifa, Jules Rimet.
Tinha 30 centímetros de altura e pesava 3 quilos e 800 gramas de ouro maciço.
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Na crônica publicada ontem pelo jornal O Dia, do Rio de Janeiro, Jaguar escreveu:
“Depois do Febeapá (Festival de Besteiras que Assolam o País), do insubstituível Stanislaw Ponte Preta, estamos mergulhados até o pescoço no Fedeapá (Festival de Delações que Assolam o País). E como assolam!”
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