Segunda-feira, 19 de Abril de 2021

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Brasil Secretários de Saúde pedem toque de recolher nacional

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O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Carlos Lula, divulgou uma carta nesta segunda

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Carlos Lula, divulgou uma carta nesta segunda (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Carlos Lula, divulgou nesta segunda-feira (1º) uma carta com sugestões de medidas urgentes contra a possibilidade de colapso nas redes pública e privada de saúde diante do aumento dos casos de Covid-19 em todo o Brasil.

Entre as medidas sugeridas, o Conass diz que é preciso adotar um toque de recolher nacional das 20h até as 6h e durante os finais de semana; fechar bares e praias; suspender aulas presenciais em todo o País; proibir eventos presenciais, inclusive atividades religiosas; adotar trabalho remoto sempre que possível, tanto no setor público quanto no privado; instituir barreiras sanitárias nacionais e internacionais, incluindo o fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual; e criar um Plano Nacional de Comunicação para esclarecer a população da gravidade da situação.

“O Brasil vivencia, perplexo, o pior momento da crise sanitária provocada pela Covid-19. Os índices de novos casos da doença alcançam patamares muito elevados em todas as regiões, Estados e municípios. Até o presente momento, mais de 254 mil vidas foram perdidas, e o sofrimento e o medo afetam o conjunto da sociedade. A ausência de uma condução nacional unificada e coerente dificultou a adoção e implementação de medidas qualificadas para reduzir as interações sociais que se intensificaram no período eleitoral, nos encontros e festividades de final de ano, do veraneio e do carnaval. O relaxamento das medidas de proteção e a circulação de novas cepas do vírus propiciaram o agravamento da crise sanitária e social, esta última intensificada pela suspensão do auxílio emergencial”, diz a carta assinada pelo presidente do Conass, que é secretário estadual de Saúde do Maranhão.

Bolsonaro

Nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar as medidas mais restritivas para conter o avanço da pandemia de Covid-19, como a implantação de toque de recolher e proibição total de atividades não essenciais nos Estados.

“O governador que fechar seu Estado, o governador que destrói emprego, ele é quem deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do presidente da República essa responsabilidade”, declarou.

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