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Brasil Segurados por incapacidade têm até este sábado para agendar nova perícia no INSS

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No caso de não atendimento à convocação ou de não comparecimento na data agendada, o auxílio será suspenso até o comparecimento do interessado – e pode vir a ser cancelado. (Foto: Reprodução)

Os segurados por incapacidade que foram convocados por meio do Diário Oficial da União  pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) têm até este sábado (05) para entrar em contato com o órgão e saber a data em que devem comparecer à perícia de revisão do benefício.

No caso de não atendimento à convocação ou de não comparecimento na data agendada, o auxílio será suspenso até o comparecimento do interessado – e pode vir a ser cancelado.

A convocação foi feita no DOU do dia 1º de agosto, tendo como alvos beneficiários com os quais o órgão não conseguiu entrar em contato via Correios, devido a alguma inconsistência nos dados que resultou no retorno da correspondência.

Os beneficiários que recebem o seguro por incapacidade, mas até o momento não receberam a correspondência em casa, devem conferir se seu nome consta na lista publicada.

Caso tenha sido convocado, o beneficiário tem até este sábado para entrar em contato com a central de atendimento, ligando para o número 135, para saber a data agendada para a reavaliação do benefício por incapacidade. No momento da perícia, o segurado deve apresentar toda a documentação médica que justifique o recebimento do benefício, como atestados, laudos, receitas e exames.

Caso o segurado se encontre internado ou enfermo e não puder comparecer à perícia, deverá pedir a uma pessoa de sua confiança que informe, em uma agência do INSS, sobre o impedimento. É necessário que esse representante apresente a identidade do segurado e um documento que comprove o impedimento. Com isso, ele poderá solicitar uma perícia hospitalar ou domiciliar.

Ao todo, 530 mil benefícios de auxílio-doença serão revisados, além de mais de 1 milhão de aposentadorias por invalidez. Até meados de julho, foram realizadas quase 200 mil perícias em todo o país. Como resultado, 160 mil pessoas tiveram o benefício cancelado por não precisarem mais recebê-lo. (ABR)

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