Quinta-feira, 11 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 16 de outubro de 2015
A oposição adiou para a próxima terça-feira a entrega do novo pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Nenhum dos líderes partidários estará em Brasília nesta sexta-feira e os oposicionistas querem criar um novo fato político logo no início da semana. PSDB, PPS, Solidariedade e DEM pretendem promover um “ato pró-impeachment” durante a entrega do atual requerimento ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Além dos juristas que assinam a petição, representantes dos movimentos da sociedade civil que pregam o afastamento da petista, da mesma forma, devem participar do evento. Na quinta-feira, Miguel Reale Júnior, Hélio Bicudo e Janaína Pachoal, acompanhados do líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, registraram em um cartório de São Paulo o novo pedido de impedimento, que traz a informação de que o governo teria praticado as chamadas “pedaladas fiscais” também em 2015.
O procedimento no cartório foi acompanhado por algumas dezenas de manifestantes de grupos pró-impeachment – que igualmente subscrevem o requerimento, como Vem Pra Rua, Movimento Brasil Livre e Revoltados Onlines. Rogério Chequer, Kim Kataguiri e Marcello Reis, principais porta-vozes dessas três organizações, respectivamente, estiveram no local. Os manifestantes vestiam camisetas nas cores da bandeira do Brasil e, com um tambor, entoaram gritos de “Estamos nas ruas pra derrubar o PT”. (AE)
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