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Política Senador apresenta projeto que autoriza produção de etanol para consumo próprio e fomenta geração de empregos

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A medida é válida para para abastecimento de veículos, tratores, máquinas e avião agrícola de cooperados, membros e associados.

Foto: Divulgação
O preço máximo, de R$ 7,099 o litro de etanol registrado na última semana foi verificado em um posto gaúcho. (Foto: Divulgação)

O senador Luis Carlos Heinze (PP/RS) apresentou nesta quarta-feira (28) projeto de lei que autoriza a venda direta de etanol por cooperativas, fornecedoras de cana-de-açúcar e associações de produtores rurais, sem a necessidade de intermediação da distribuidora. A medida é válida para para abastecimento de veículos, tratores, máquinas e avião agrícola dos cooperados, membros e associados.

A proposta limita a aquisição de etanol para consumo próprio em até 30% do equivalente ao volume de cana-de-açúcar entregue. O texto permite ainda que as cooperativas e associações mantenham uma unidade de distribuição de etanol, exclusivamente para fornecimento a seus associados.

No PL, o parlamentar também autoriza a formação de cooperativas e associações para comercialização de etanol. Heinze propõe alterações na lei 9.478/97 – da política energética – que estabelece a descentralização e institui novos critérios para a produção e a distribuição do combustível. Entre as mudanças está a venda direta para distribuidores, postos, cooperativas, associações e, inclusive, para o mercado externo.

Segundo Heinze, a intermediação dos distribuidores gera custos desnecessários aos consumidores e prejuízos aos produtores rurais que enfrentam perda de eficiência em seus sistemas produtivos. “A industrialização de etanol para uso próprio ou venda direta representará a democratização do sistema de distribuição de biocombustíveis no País”, garante o parlamentar.

Outra questão abordada por Heinze na justificativa do projeto é que o consumo mais próximo do local de produção reduz os impactos ambientais, com a diminuição dos deslocamentos de cargas volumosas. “Temos aí uma forma de pulverizar empregos, renda e desenvolvimento ao longo da cadeia produtiva de etanol. Estamos falando na redução dos custos de produção dos alimentos e novas oportunidades para o campo”, defendeu.

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