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Política Supremo assina parceria com plataformas para combater desinformação

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Elas vão fazer parte do Programa de Combate à Desinformação criado pelo tribunal em 2021.

Foto: Antonio Augusto/SCO/STF
Elas vão fazer parte do Programa de Combate à Desinformação criado pelo tribunal em 2021. (Foto: Antonio Augusto/SCO/STF)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, assinou nesta quinta-feira (6) um acordo com seis plataformas de redes sociais para ações de combate à desinformação.

Google, YouTube, Meta, TikTok, Kwai e Microsoft vão definir com o STF medidas específicas que serão desenvolvidas por cada plataforma. Elas vão fazer parte do Programa de Combate à Desinformação criado pelo tribunal em 2021.

O programa prevê o combate a “práticas que afetam a confiança das pessoas no Supremo, distorcem ou alteram o significado das decisões e colocam em risco direitos fundamentais e a estabilidade democrática”.

Na assinatura do acordo, Barroso afirmou que o país vive uma das piores epidemias que é a do ódio e a da desinformação.

“As plataformas precisam se tornar parceiras do enfrentamento à desinformação e ao ódio no interesse. Nao há como enfrentar desinformação sem parceria das plataformas”, disse o ministro.

O presidente do Supremo afirmou ainda que é importante atuar para que a revolução digital não jogue as pessoas “num abismo de ódio, desinformação e negatividade”.

 

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Jose Lovatto
7 de junho de 2024 09:51

Antes do STF preocupar-se com noticias falsas, deveria voltar-se para a Constituição deixando de ser ideológico e partidário. O povo não é bobo e sabe o que aconteceu nas eleições, nas prisões ao arrepio da lei e na partidarização do STF caçando e censurando um lado só, o da direita, ou a quem pensa diferente. A opinião virou crime no Brasil por culpa exclusiva do STF.

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