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Saúde Supremo dá prazo para Anvisa detalhar documentos pendentes da Sputnik V

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O imunizante é produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.

Foto: Fundo de Investimento Direto da Rússia
O imunizante é produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. (Foto: Fundo de Investimento Direto da Rússia)

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski deu nesta segunda-feira (10) prazo de 48 horas para que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informe quais documentos estão faltando para análise definitiva do pedido de autorização para importação e aplicação da vacina Sputnik V, usada na imunização contra a Covid-19. O imunizante é produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.

A decisão foi tomada a partir de uma petição protocolada pelo governo do Maranhão, que, em conjunto com outros estados, aguarda autorização da Anvisa para aplicação dos imunizantes.

“Preliminarmente, informe a Anvisa, em 48 horas, de maneira pormenorizada, quais os documentos faltantes para uma análise definitiva do pedido de autorização excepcional e temporária de importação e distribuição da vacina Sputnik V, subscrito pelo estado do Maranhão, sem prejuízo de franquear-lhe, de imediato, o pleno acesso aos autos do Processo SEI no 25351.908872/2021-00, o qual, segundo alega, tem sido obstado pela agência”, decidiu.

No dia 26 de abril, a Anvisa negou a autorização para a importação e o uso emergencial do imunizante russo. Ao analisar os documentos recebidos, a agência apontou uma série de problemas, entre eles, a falta de alguns documentos e a presença de adenovírus com capacidade de replicação no corpo dos pacientes que receberem doses da vacina.

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