Sábado, 23 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 21 de julho de 2021
Moraes (foto) é o relator da investigação desde a aposentadoria do ministro Celso de Mello, que conduziu o processo até setembro de 2020
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STFO ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), prorrogou nesta terça-feira (20), por mais 90 dias, o inquérito que apura acusação de suposta interferência na PF (Polícia Federal) feita pelo ex-ministro Sérgio Moro, após a saída dele da pasta. O prazo vencia em 27 de julho.
“Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações, nos termos previstos no art. 10 do Código de Processo Penal, prorrogo por mais 90 [noventa] dias, contados a partir do encerramento do prazo final anterior [27 de julho], o presente inquérito”, afirmou o ministro no despacho.
Moraes é o relator da investigação desde a aposentadoria do ministro Celso de Mello, que conduziu o processo até setembro de 2020. O inquérito já teve quatro adiamentos e a forma como o presidente deve depor à PF segue pendente.
Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, deixou o cargo após um ano e quatro meses, em abril de 2020. Na época, alegou que o pedido de demissão decorreu da troca na direção-geral da Polícia Federal. Bolsonaro havia recém exonerado Maurício Valeixo, indicado por Moro no início da gestão.
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Incrivel…. pois Tarso, quando Ministro da Justiça…. usou a PF como capacho de campanha politica, contra Yeda…. e o STF nem sequer tomou conhecimento na época…!!!
Sempre ouvi falar que a Justiça devera ser cega… mas vejo ela seletiva e politica..!
“O ministro Tarso Genro (Justiça) negou o uso político da Polícia Federal durante a Operação Rodin, realizada em novembro passado, mas admitiu que houve exposição indevida dos suspeitos de desviar R$ 44 milhões do Detran gaúcho. Entre os presos estavam aliados políticos da governadora Yeda Crusius (PSDB).”