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Acontece Tá na mesa da Federasul discute jornada 6×1

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O convidado desta edição é o prefeito de Porto Alegre e presidente da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), Sebastião Melo. (Foto: Divulgação)

A próxima edição do Tá na Mesa, promovida pela FEDERASUL, nesta quarta-feira (22), em Porto Alegre, coloca no centro do debate os efeitos do projeto de redução da jornada de trabalho no modelo 6×1, tanto no setor público quanto no privado. O encontro ocorre no Salão Nobre do Palácio do Comércio, das 12h às 14h, reunindo lideranças empresariais, gestores e representantes institucionais.

O convidado desta edição é o prefeito de Porto Alegre e presidente da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), Sebastião Melo, que apresentará uma leitura sobre os possíveis impactos da proposta na organização dos serviços essenciais, na produtividade e no equilíbrio das contas públicas municipais.

A iniciativa busca ampliar a compreensão sobre mudanças estruturais nas relações de trabalho em um cenário de transformação econômica e tecnológica. Entre os pontos em análise estão a adaptação das rotinas administrativas, a sustentabilidade dos serviços prestados à população e os efeitos diretos sobre setores intensivos em mão de obra.

Antes do evento, haverá coletiva de imprensa às 11h10, no quarto andar do Palácio do Comércio, quando o tema será detalhado aos veículos de comunicação.

SERVIÇO

O quê: Tá na Mesa
Quando: quarta-feira, 22 de abril de 2026
Onde: Salão Nobre do Palácio do Comércio – 7º andar
Tema: Jornada 6×1 e impactos no público e privado
Convidado: Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre e presidente da FNP
Horário do evento: 12h às 14h

Mais do que um encontro institucional, o debate sobre a jornada 6×1 reflete uma discussão mais ampla sobre produtividade, competitividade e qualidade dos serviços em um contexto de mudanças no mercado de trabalho. A pauta ganha relevância diante da pressão por eficiência no setor público e das demandas crescentes por equilíbrio entre trabalho, custo e bem-estar dos trabalhadores. Debate será acompanhado por lideranças do setor no RS! (Por Gisele Flores)

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Eloa Gute
18 de abril de 2026 08:19

Toda vida trabalhamos 44 horas, e nunca nos prejudicou, pelo contrário somo pessoas que nunca pedimos nada para governo nenhum, nem bolsa tudo, aliás sempre estudamos, trabalhamos e tiravamos um mês de férias para passear e descansar. E tinha pessoas que até vendiam as férias para ganhar um dinheiro a mais. Hoje ninguém quer fazer hora extra muito menos trabalhar!!!

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