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Cinema Veja passeios para fazer na Londres de James Bond

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James Bond é uma marca britânica inegável. (Crédito: Reprodução)

James Bond é uma marca britânica inegável. Na estreia mundial de “007 Contra Spectre”, mais novo filme da franquia, até membros da família real estiveram na casa de espetáculos Royal Albert Hall, em Londres (Inglaterra), para assistir ao longa.

Mais uma prova de que não só os cinemas londrinos se movimentaram com o filme: a cidade sedia a maior exposição de veículos usados na saga, criou uma versão especial do drinque preferido do espião e está cheia de atrações que qualquer bondmaníaco pode reconhecer. Veja um roteiro com sete experiências vividas pelo espião mais famoso do mundo em Londres.

Disparar de lancha no Tâmisa.

O rio que corta Londres sempre surge, aqui e ali, nos 23 filmes. Em dois deles, porém, é mais que cartão-postal: na sequência inicial de “007: O Mundo Não É o Bastante” (1999) e no fim de “007 Contra Spectre”. Em ambos, Bond aparece no encalço do inimigo a bordo de uma lancha. Por 52 libras (305 reais) é possível tomar uma embarcação perto da roda-gigante London Eye e fazer um tour de 75 minutos avistando pontos da cidade. Os barqueiros aceleram e fazem curvas fechadas – ao som, claro, do tema de James Bond.

Conferir as máquinas.

Você pode conhecer as engenhocas de Bond – dos monomotores portáteis como o de “Com 007 Só se Vive Duas Vezes” (1967) ao carro subaquático de “007: O Espião que me Amava” (1977). Os aparelhos estão na exposição “Bond in Motion”, no London Film Museum; ao preço de 14,50 libras (85 reais).

Remar por um túnel secreto.

Em “Spectre”, Bond chega ao laboratório do cientista Q por uma porta secreta, acessível de barco. O Brit Movie Tours cobra 160 libras (937 reais) para grupos de oito pessoas remarem de caiaque no Regent’s Canal, onde está o túnel usado nas filmagens.

Escalar o Domo do Milênio.

Na pele de Pierce Brosnan, 007 escorrega pela cúpula da casa de shows e estádio, hoje chamado de O2 Arena, em “O Mundo Não É o Bastante”. Situado onde passa o meridiano de Greenwich, o domo de 365 metros de diâmetro pode ser escalado de 28 libras a 35 libras (164 reais a 205 reais).

Beber o drinque de Bond.

A receita do dry martini, drinque favorito de Bond, é simples: vodca (ou gim), vermute e uma guarnição (azeitona ou casca de laranja ou de limão). Mas o toque do espião está na forma de preparo: batido, não mexido. A diferença se nota na textura: o martíni mexido com colher tem consistência sedosa; o batido é mais gelado e borbulhante. Um dos locais mais clássicos é o London Edition, no Soho; o drinque custa 13,50 libras (79 reais).

Vestir-se como o espião.

Os ternos alinhados de James Bond são fruto da alfaiataria londrina, que concentra no sofisticado bairro de Mayfair as principais lojas. Da centenária Turnbull & Asser saíram 60 camisas usadas por Daniel Craig em “Spectre”. A camisa demora três dias para ficar pronta e tem preço digno de serviço secreto: entre 107 libras e 185 libras (627 reais a 1.080 reais).

Hospedar-se no Stoke Park.

Misto de spa e country club, o hotel de luxo Stoke Park ambientou dois filmes. Em “007 Contra Goldfinger” (1964), Bond e o vilão disputaram partida de golfe no campo local; em “007: O Amanhã Nunca Morre” (1997), é nas suítes do hotel que o espião encontra a ex-namorada, agora casada com o vilão. A diária parte de 220 libras (1.288 reais).

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