Terça-feira, 26 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Vendas no varejo têm alta de 0,3% em março no Brasil

Compartilhe esta notícia:

Essa foi a terceira alta mensal seguida, segundo o IBGE. (Foto: Divulgação)

Em março de 2019, o volume de vendas do varejo variou 0,3%, frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal, após ficar estável (0,0%) em fevereiro. A média móvel trimestral também variou 0,3%, depois de cair 0,6% em fevereiro. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Frente a março de 2018, o comércio varejista caiu 4,5%, interrompendo sete meses de alta com a variação negativa mais acentuada desde dezembro de 2016 (-4,9%). O acumulado no ano foi 0,3%. O acumulado nos últimos doze meses (1,3%) desacelerou em relação a fevereiro (2,3%) e se mantém decrescente desde agosto de 2018.

O volume de vendas do comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, teve alta de 1,1%, em relação a fevereiro de 2019, após recuar 0,5% no mês anterior. A média móvel do trimestre cresceu 0,5%, acelerando em relação à média móvel trimestral de fevereiro (-0,4%).

O comércio varejista ampliado caiu 3,4% frente a março de 2018, interrompendo uma série de vinte e duas taxas positivas. Assim, o varejo ampliado acumulou 2,3% no ano. O indicador acumulado nos últimos doze meses (3,9%) também desacelerou em relação ao de fevereiro (4,9%). A publicação completa está à direita nesta página.

Na série com ajuste sazonal do comércio varejista, cinco das oito atividades pesquisadas mostraram taxas negativas. Os destaques negativos, por ordem de peso no varejo, Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4%), Combustíveis e lubrificantes (-0,8%), Móveis e eletrodomésticos (-0,1%), Tecidos, vestuário e calçados (-2,5%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-4,1%).

Entre as atividades em alta nessa comparação, destacam-se Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,4%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,7%), além de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,9%).

Frente a março de 2018, o comércio varejista caiu 4,5% com taxas negativas em seis das oito atividades pesquisadas. Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-5,7%) respondeu por mais de 60% do resultado geral do varejo. As demais quedas foram em Combustíveis e lubrificantes (-4,3%), Móveis e eletrodomésticos (-4,8%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-3,3%), Tecidos, vestuário e calçados (-5,7%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-36,7%).

Por outro lado, Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (3,8%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,6%) foram os setores em alta nessa comparação.

No comércio varejista ampliado, o volume de vendas avançou 1,1% em março, frente a fevereiro de 2019, na série com ajuste sazonal, com Veículos, motos, partes e peças registrando crescimento de 4,5% e Material de construção com taxa de 2,1%

O comércio varejista ampliado, com recuo de 3,4% frente a março de 2018, teve a primeira taxa negativa após vinte e dois meses de crescimento. A maior influência sobre esse resultado veio do setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-5,7%), seguido por Veículos, motos, partes e peças (-1,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-3,3%) e Móveis e Eletrodomésticos (-0,4%).

O setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo caiu 5,7% frente a março de 2018, sua primeira queda após vinte e três meses consecutivos de taxas positivas, nessa comparação. Foi a queda mais acentuada desde março de 2017 (-7,0%), e o impacto negativo mais intenso sobre o varejo. Nesse mês, as vendas do segmento foram prejudicadas pelo deslocamento do feriado da Páscoa para abril.

Outra pressão negativa sobre as vendas do setor veio da alta dos preços da alimentação no domicílio, segundo o IPCA. Com isso, o acumulado no ano recuou 0,9%, sua primeira queda em dezoito meses. Já o acumulado nos últimos doze meses avançou 1,9%, mas permanece em desaceleração desde setembro de 2018 (4,4%).

O volume de vendas de Combustíveis e lubrificantes recuou 4,3% em relação a março de 2018 e exerceu a segunda maior contribuição negativa para o varejo. O acumulado no ano ficou praticamente estável (0,1%) enquanto o acumulado nos últimos doze meses (-3,7%) praticamente repetiu o recuo de fevereiro (-3,8%) e permanece negativo há 49 meses.

O segmento de Móveis e eletrodomésticos, com recuo de 4,8% no volume de vendas em relação a março de 2018, respondeu também pelo segundo impacto negativo mais intenso sobre a taxa do varejo, após subir 2,7% em fevereiro. O setor acumulou perda de 1,9% no ano. O acumulado nos últimos doze meses, ao passar de -2,0% até fevereiro para -2,1% em março, ficou praticamente estável pelo terceiro mês.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Transportadoras e caminhoneiros alertam para risco de nova paralisação
IBGE prevê crescimento da safra brasileira de grãos este ano
Pode te interessar