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Até Lula contestou a prisão de Michel Temer

Nunca uma prisão da Lava Jato foi tão contestada, apesar de “máfia” ter sido a expressão menos ácida dos procuradores ao explicá-la. Até o detento Lula protestou no Twitter: “MP e PF não podem ficar fazendo espetáculo”. O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, “Kakay”, também acha, e diz que é “para pressionar o Judiciário e constranger os investigados”. Outros líderes de oposição a Michel Temer, como o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), não viram motivo para medida tão drástica. Tampouco o juiz Marcelo Brêtas o citou em sua decisão.

Estrutura de marketing

De convicção política próxima da esquerda anti-Temer, Kakay criticou a “empáfia e arrogância da estrutura de marketing da Lava Jato”.

Reação no Congresso

No Senado, não se falava em outra coisa: desengavetar um projeto de lei que pune o “abuso de poder” no ministério público e na Justiça.

Celebração

A irritação dos parlamentares aumentou de tom quando lembraram que a prisão de Temer servia para celebrar o 5º aniversário da Lava Jato.

Casos concretos

A lei prevê prisão preventiva para casos concretos e comprovados de obstrução da Justiça, coação de testemunha ou ameaça de fuga.

Governador aponta juristas discutindo lei eleitoral

Convencido de que a lei eleitoral em vigor é uma falácia, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), tomou a iniciativa de solicitar ao presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), a instituição de uma comissão de juristas para tratar da reforma da legislação eleitoral, sobretudo no que se refere a financiamento de campanha. Ibaneis aproveitou e sugeriu nomes para a comissão.

Ministro sugerido

Para o governador do DF, a comissão para discutir uma lei eleitoral realista deveria contar com o ministro do STF Ricardo Lewandowski.

TSE e OAB representados

Ibaneis sugeriu na comissão Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, ministro do TSE, e o ex-presidente da OAB Marcus Vinicius Furtado Coelho.

Ibaneis na comissão

O governador Ibaneis também sugeriu na comissão o especialista Gustavo Rocha, que é o seu secretario de Justiça.

Dinheiro faltando

Caberá a Waldery Rodrigues, secretário de Fazenda do Ministério da Economia, anunciar nesta sexta (22) o primeiro corte no orçamento do novo governo. O contingenciamento será de R$ 30 bilhões já em 2019.

Dinheiro sobrando

Uma associação de sindicatos de castas de servidores públicos, as mais bem pagas do País, comprou espaço publicitário a peso de ouro, na TV a cabo, para fazer propaganda contra a reforma da Previdência.

Greca bem na foto

Levantamento Paraná Pesquisa em Curitiba (PR) mostra que o prefeito Rafael Greca é aprovado por 57,6% e reprovado por 39.2%. Ele lidera as intenções de voto, em 2020: 23,3%.

É um pássaro? Um avião?

O esquema montado para prender Michel Temer no meio da rua, à saída de sua casa, com policiais exibindo armas de guerra, fez parecer que havia o temor de que o ex-presidente de 78 anos, tal Super-Homem, reagisse à prisão, abrisse fogo ou levasse todos a nocaute.

Queda de braço

O juiz Marcelo Brêtas aproveitou o decreto de prisão de Michel Temer para alfinetar Supremo Tribunal Federal, em crítica velada à decisão de Dias Toffoli de mandar investigar ataques e ameaças a ministros.

Não há comparação

Petistas tentaram estabelecer paralelo entre as prisões de Michel Temer e de Lula. Não há. A prisão do emedebista é preventiva, enquanto o petista cumpre pena por corrupção e lavagem de dinheiro.

Relator cotado

O deputado João Campos (PRB-GO) é um dos cotados para a relatoria da reforma da Previdência. Integra a Comissão de Constituição e Justiça e quase disputou a presidente da Casa com apoio do Planalto.

Segredo temporário

A decisão de prender Temer ordenava “segredo absoluto de Justiça” enquanto perdurasse a operação da PF ontem, mas sentenciou: uma vez exauridas as diligências, “não há causa” para não dar publicidade.

Pergunta no PT

Afinal, o PT vai protestar contra a prisão do vice que Dilma escolheu para chamar de seu?

PODER SEM PUDOR

Viveiro não é gaiola

Em campanha à presidência da Câmara nos anos 1990, Michel Temer foi orientado pelo amigo Heráclito Fortes (PFL-PI) a ser mais simpático: “Lá vem o deputado Augusto Viveiros (RN). Diga-lhe pelo menos bom dia…” Temer seguiu a recomendação, mas, horas depois, ao reencontrar o deputado potiguar no Salão Verde, pisou na bola: “Como vai, deputado Gaiola?” Viveiros, claro, lembrou-se da gafe na hora de votar.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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