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Confira mitos e verdades sobre Michael Jackson

Michael Jackson nos anos 1980. (Foto: Reprodução/Instagram)

Nesta terça-feira (25) completaram-se exatos dez anos da morte precoce do Rei do Pop. Em 2009, Michael Jackson sucumbia às suas dores e deixava órfã sua legião de fãs com uma intoxicação por propofol e benzodiazepina. Figura excêntrica, Michael Jackson foi (e segue sendo) alvo de um sem-número de boatos, especulações e disse-me-disses. Confira mitos e verdades sobre o cantor.

Entre escândalos e especulações, Michael Jackson passou por das acusações sérias de pedofilia, reforçadas pelo recente documentário “Deixando Neverland”, lançado pela HBO.

No mais recente dos falatórios, por exemplo, Sandy Domz, que trabalhava como assistente administrativa no rancho Neverland, garantiu em um documentário da rede CBS que não havia qualquer tipo de intimidade entre Michael e Lisa Marie Presley — eles foram casados entre 1994 e 1996. Segundo ela, o astro colocava perfume nas calcinhas de Lisa Marie para fingir que eles tinham transado.

1. Michael Jackson morreu sem nariz

Ed Winter, perito do Condado de Los Angeles, negou o boato após ter acesso à autópsia do Rei do Pop. “Os rumores são falsos. As pessoas gostam de dizer que ele tinha esse nariz de cera que tirava à noite e colocava de manhã. E, tipo, não é verdade”, revelou, segundo o “Washington Post”.

É fato, porém, que a autópsia revelou que Michael tinha tatuado seus lábios para torná-los rosados, o couro cabeludo pintado de preto (possivelmente para deixar a linha do cabelo mais lisa quando conectado às perucas) e escurecido as sobrancelhas.

2. Michael Jackson era assexuado?

Pelo menos é o que dizem algumas mulheres que supostamente teriam tido relações sexuais com o músico americano. A ex-mulher, Lisa Marie Presley, afirmou mais de uma vez que o sexo do casal era “muito quente”.

Outras mulheres também garantiram terem “passado por lá”, como Ola Ray, que estrelou o clipe de “Thriller”. Theresa Gonsalves alega ter sido namorada do cantor enquanto ele estava filmando o longa “O mágico inesquecível” (1978) em Nova York, e afirma ter feito sexo com ele mais de uma vez.

Outro boato que perseguiu a vida de Michael é o de que ele seria gay. O próprio insistiu algumas vezes, em vida, que era mentira. O biógrafo Ian Halperin, no livro “Unmasked: The final years of Michael Jackson” (2009), garantiu o contrário. Já Randall Sullivan, em “Untouchable: The strange life and tragic death of Michael Jackson” (2012), jura, sem dar qualquer prova real, que ele era um “virgem de 50 anos” quando morreu.

3. O embranquecimento de Michael Jackson foi causado por doenças?

Michael Jackson tinha vitiligo e lúpus, duas doenças que podem afetar a pele. A primeira muda a pigmentação de escura para clara, enquanto a segunda forma manchas vermelhas no rosto.

Por usar cremes claros para tratar ambas as condições, era improvável que Michael tivesse outra escolha senão parecer sempre extremamente pálido.

As feições do astro foram “suavizadas”, porém, basicamente por escolha do próprio. A primeira cirurgia no nariz veio após fraturá-lo enquanto ensaiava uma coreografia de dança complexa, em 1979, aos 21 anos.

Em sua biografia de 1989, ele admitiria tem feito duas intervenções plásticas no nariz e criado uma fenda falsa no queixo. Mas médicos garantem que Michael ainda fez lifting na testa, intervenções para afinar os lábios e uma cirurgia na bochecha.

Mas, em entrevista a Oprah Winfrey, ele negou que tinha o desejo de se tornar branco: “Eu sou um negro americano, tenho orgulho de ser negro americano, tenho orgulho da minha raça… Sinto muito orgulho dignidade de quem eu sou”.

4. Michael Jackson dormia com um tanque de oxigênio?

Esse foi um dos boatos mais famosos que envolviam a rotina do cantor. Ele supostamente só conseguia dormir com o auxílio de um tanque cheio de oxigênio.

Na verdade, o próprio Michael Jackson inventou a mentira para divulgar o curta-metragem de ficção científica 3D “Captain EO” (1986), dirigido por Francis Ford Copolla e escrito por George Lucas.

5. Neverland está à venda?

O famoso rancho de Michael Jackson, cenário central do polêmico documentário “Deixando Neverland”, pode ser comprado por qualquer mortal mais endinheirado. E por uma “pechincha”.

Comprada pelo valor de US$ 19,5 milhões, a residência foi posta à venda em 2015, por US$ 100 milhões. Em 2017, caiu para US$ 67 milhões. Em março de 2019, mês em que o documentário já repercutia bastante por conta da exibição em Sundance, voltou a cair, agora para US$ 31 milhões.

O levantamento dá conta ainda de que o cantor tinha a idade mental de uma criança. Pelo menos é o que garante o especialista em saúde mental Stan Katz. O profissional examinou Michael Jackson durante as acusações de abuso sexual de crianças, em 2003. Segunda a avaliação, Michael não era um pedófilo, mas regrediu de volta à idade mental de um menino de dez anos.