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Depois de 50 anos do seu lançamento, astrônomos encontraram um módulo lunar da nave espacial Apollo 10

O módulo lunar é conhecido como Snoopy. (Foto: Reprodução)

O módulo lunar conhecido como Snoopy foi encontrado em órbita perpétua a pouco mais de 15 quilômetros de distância da Lua, por onde tem navegado à deriva desde os últimos 50 anos. O módulo foi utilizado pela missão Apollo 10 (a que antecedeu o pouso de Neil Armstrong e Buzz Aldrin no solo Lunar em 1969), tendo sido dispensado após ajudar os astronautas Thomas P. Stanfford e Eugene A. Cernan a coletarem e analisarem dados de navegação que viriam a ser usados na histórica missão seguinte.

A busca pelo módulo perdido já perdurava aproximados dez anos, sendo conduzida pela Royal Astronomical Society britânica, coordenada por Nick Howes e diversos técnicos que participaram das missões Apollo.

Originalmente, o Snoopy foi conduzido pela Apollo 10 a 10 quilômetros de distância do solo lunar, onde cumpriu a coleta de dados de navegação e se juntou ao seu módulo principal (conhecido como “Charlie Brown”). Ao contrário de outras missões envolvendo essa tecnologia, o Snoopy não foi abandonado em direção à Lua, permanecendo em giro por sua órbita pelas últimas cinco décadas.

Agora, especialistas argumentam que o Snoopy pode e deve ser recuperado e trazido de volta à Terra, a fim de que a Nasa (agência espacial norte-americana)conduza estudos de exposição prolongada à órbita da Lua e, com isso, implemente novos recursos em missões futuras espaciais tripuladas.

Mulher na Lua

O homem pisou na Lua pela primeira vez há 50 anos. Entre 1969 e 1972, a missão Apollo levou 12 pessoas à superfície lunar – e nenhuma delas era mulher. Mas, em 2024, ano da próxima viagem da Nasa ao nosso satélite natural, essa não será a realidade. A missão Artemis planeja enviar, pela primeira vez, uma astronauta à Lua.

O anúncio foi feito no Twitter oficial da agência espacial americana na segunda-feira (13). A missão recebeu o nome em homenagem à irmã gêmea de Apolo, deus grego do Sol. Além de ser uma das mulheres mais importantes da mitologia grega, Ártemis é a deusa da caça e é representada pela Lua.

Uma outra referência à deusa grega é a espaçonave Orion, que levará os astronautas até uma estação espacial em órbita na Lua. Na mitologia, Orion é companheiro de caça de Ártemis e o único homem por quem ela teria sentido algum tipo de atração.

Mas, para que a missão seja executada em cinco anos, a Nasa pediu ao governo americano um aumento de 1,6 bilhão de dólares no orçamento da agência de 2020. A maior parte do acréscimo será utilizada para o desenvolvimento de um mecanismo de pouso na Lua, um dos processos mais difíceis de ser realizados. Uma das opções é a compra da sonda “pousadora” Blue Moon, desenvolvida pelo fundador da Amazon.

O principal objetivo da missão Artemis é estudar as possibilidades de colonização da Lua. As tecnologias estão sendo desenvolvidas aqui na Terra e serão colocadas em prática lá em cima. Depois de estabelecer uma infraestrutura no satélite e em sua órbita, o próximo plano da Nasa é enviar astronautas para Marte, por volta de 2030.

Além de levar a primeira mulher e o próximo homem para a Lua, a missão também pretende mandar robôs para explorar as regiões polares de nosso satélite natural. São muitas ambições para apenas cinco anos, mas logo veremos até onde elas podem nos levar.

 

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