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Donald Trump recebe na Casa Branca os astronautas sobreviventes da missão Apollo 11

Presidente Trump cumprimenta Buzz Aldrin, um dos tripulantes da missão Apollo 11. (Foto: Reprodução/YouTube/@WhiteHouse)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu nesta sexta-feira (19) os dois únicos astronautas vivos que integraram a missão Apollo 11, Michael Collins e Edwin “Buzz” Aldrin. O encontro realizado na Casa Branca relembra os 50 anos da conquista da Lua. As informações são da agência de notícias Reuters.

Falecido em agosto de 2012, Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na Lua e comandou a missão que neste sábado (20) completa 50 anos. No início desta semana, Collins visitou a base de lançamento de onde os três partiram rumo ao espaço, em Cabo Canaveral, Flórida.

Enquanto Armstrong e Buzz saíram da órbita da Lua a bordo de um módulo de exploração Eagle e puderam pisar em solo extra-terrestre, Collins permaneceu na nave Columbia garantindo a segurança da missão.

Atual capacidade

Quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, perguntou a Buzz Aldrin, o segundo ser humano a pisar na Lua, o que ele pensava sobre a atual capacidade dos norte-americanos de operarem no espaço 50 anos após a missão da Apollo 11, o ex-astronauta tinha uma resposta pronta.

Na verdade, eu estou um pouco decepcionado nos últimos 10 ou 15 anos”, disse Aldrin a Trump nesta sexta-feira.

Com a celebração dos 50 anos do primeiro pouso lunar nesta semana, Trump trouxe ao Salão Oval da Casa Branca os astronautas sobreviventes daquela missão e também parentes do falecido Neil Armstrong.

Ponto de lançamento para Marte

Trump, um forte entusiasta da missão dos EUA para Marte, fez perguntas a Aldrin e a outros, incluindo ao administrador da Nasa Jim Bridenstine, em uma maneira que sugeria que ele gostaria de pular a missão à Lua no caminho para embarcar para Marte. Ele perguntou se os Estados Unidos utilizariam a Lua como um ponto de lançamento para Marte, o que é o atual plano, ou se eles iriam direto para o Planeta Vermelho.

Aldrin disse que o programa espacial dos EUA conseguiu tanto há 50 anos atrás, mas que a era mais recente era mais problemática, e o decepcionava.

Aldrin disse que os atuais planos dos Estados Unidos para a próxima missão lunar não permitem maneabilidade significativa da espaçonave enquanto ela está na órbita lunar.

Trump se voltou a Bridenstine e perguntou a ele: “Como você se sente sobre isso, Jim?”

Estamos trabalhando nisso, na verdade”, respondeu Bridenstine.

Ele contou a Trump que a cápsula Orion que está sendo desenvolvida com o objetivo de chegar à Lua em cinco anos poderia se engajar em um módulo pequeno em órbita ao redor da Lua, funcionando como uma pequena estação espacial.

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