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Espanto: há deputados devolvendo milhas aéreas

Torturador de ouvidos. (Foto: Reprodução)

Deputada federal de primeiro mandato cheia de boas intenções, Rose Modesto (PSDB-MS) quase criou um problema ao decidir devolver as milhas que acumulou com as passagens aéreas. Para ela, as milhas pertencem a quem paga a conta, não a quem faz a viagem, que nos custa caro: só em 2018, deputados e senadores gastaram R$53 milhões em passagens aéreas. Rose Modesto se encontrou no site milhasdopovo.com, destinado a quem precisa viajar e não tem dinheiro.

Povo que se lixe

A Câmara lava as mãos, informando que as milhas “envolvem uma relação entre passageiros e companhias aéreas”. O povo que se lixe.

São uns papa-milhas

O Ato da Mesa nº43, de 2009, que lista as regalias dos deputados, ignora o tema “milhas”. Dez anos depois, tudo continua como está.

Como funciona

Milhas do Povo é um site do instituto Reclame Aqui. Basta contar por que precisa viajar e aguardar que um parlamentar se sensibilize.

Milhas públicas

As milhas de deputados têm sido usadas para que atletas pobres participem de competições ou doentes viagem para tratamento.

Líder PSL ataca o governo de Caiado em Goiás

A batata do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM) está assando em fogo alto na classe política. Ainda repercute no Estado o desabafo do líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Waldir (GO), que aliás apoiou a candidatura de Caiado. “Não sou cego, surdo e mudo”, disse, reclamando de insegurança, caos na saúde, calote nos servidores etc. Quando na oposição, o ex-senador costumava ditar regras de gestão.

Cúmplice, não dá

O deputado Delegado Waldir apoiou a candidatura de Caiado com entusiasmo, “mas não posso continuar sendo cúmplice dos equívocos”.

Patinando na gestão

Segundo o líder do PSL, em Goiás bastaram cem dias para chegarem as vaias em Caiado. “O Estado patina na gestão”.

Ameaças não calam

Delegado Waldir afirma que foi ameaçado, em razão de suas criticas, mas avisou nas redes sociais: “Não vão me calar”.

Aprovação expressiva

O deputado Delegado Waldir precisa combinar suas críticas com os goianos. Segundo levantamento do Paraná Pesquisa, o governo de Ronaldo Caiado é aprovado por 59,9% dos entrevistados, contra 33,5% que o desaprovam. E 77,8% confiam na recuperação do Estado.

Avesso a autocrítica

Lula voltou a vociferar contra d. zelite. Disse que as elites brasileiras “precisam fazer autocrítica”. Preso por aceitar suborno e lavar dinheiro sujo, além de chefiar uma quadrilha, ele não cogita fazer autocrítica.

Onyx governador

O ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) é a esperança do DEM e dos aliados para disputar o governo do Rio Grande do Sul, em 2022. Se o governo Bolsonaro se sair bem até lá, suas chances são significativas.

Gastança sem graça

Maria do Rosário (PT-RS), aquela que tenta levar à prisão o humorista Danilo Gentili, é campeã em gastos entre os deputados gaúchos. Ela gastou por conta do cidadão R$107,92 mil em viagens, telefone etc.

Para acertar detalhes

A comissão especial da reforma da Previdência se reúne na terça (30) para definir o cronograma de trabalho e se serão criadas subrelatorias para temas específicos do texto como o BPC e aposentadorias rurais.

Festa da impunidade

Falta pouco para descriminalizar geral. Traficante preso em flagrante no Ceará, armado e transportando maconha, crack e balança de precisão, foi solto porque, coitadinho, só foi levado a audiência de custódia 96 horas após sua prisão. O mundo do crime está em festa.

Clima quente

O clima azedou entre os senadores Styvenson Valentin (Pode-RN) e Omar Aziz (PSD-AM), que questionou se era médico, na discussão sobre combate a drogas. O amazonense reagiu com duras críticas.

CPF é mais barato

Em vez de gastar milhões para criar documento o único de identidade, o deputado Felipe Rigoni (PSB-ES) propôs usar o CPF, hoje obrigatório na certidão de nascimento, para identificar cidadão em órgãos públicos.

Pergunta aos censores
Jornalão que espalha notícia sobre a menina que “ignorou Bolsonaro”, depois desmentido, ganhou selo de “fake news” nas redes sociais?

PODER SEM PUDOR
Torturador de ouvidos

Deputado do PDS, Nilson Gibson (PE) se divertia tirando a oposição do sério. Certa vez, em 1982, ele foi à tribuna da Câmara atacar o PMDB do seu Estado, para ele “vítima de araque” do regime militar. Em aparte, o peemedebista José Carlos Vasconcelos vestiu a carapuça e o acusou de “defender o arbítrio”. Com seu jeito eloquente, Gibson desafiou. “Vossa Excelência, por acaso, alguma vez já foi torturado? Vasconcelos respondeu “não”. Era a “deixa” para o implacável conterrâneo. “Mas bem que merecia!

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