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Falta mais

O senador Alvaro Dias é a autor do projeto que corta benefícios de ex-presidentes condenados. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

Se a reforma da Previdência for aprovada, a economia para os estados chegará a 329 bilhões e 500 milhões de reais em dez anos. Resultado de estudo do Ministério da Economia, mas é pouco. Para convencer os congressistas, será preciso abrir os números de forma muito detalhada. Tarefa nada difícil na era dos computadores. A projeção deve vir acompanhada de cálculos atuariais, que permitem perceber com clareza o que acontecerá em 10, 20 e 30 anos ou mais. Com a simples estimativa, a reforma da Previdência ficará sem força de convencimento e não irá longe.

Tesoura vai funcionar

Se a reunião da mesa diretora da Assembleia Legislativa, hoje pela manhã, incluir na pauta o projeto de redução de benefícios, o plenário decidirá à tarde. Prevê que o auxílio mudança, de 25 mil reais, só será recebido pelos deputados estaduais que estiverem assumindo o mandato pela primeira vez. Desde 2013, tanto os reeleitos como os que não conseguiam novo mandato viam o dinheiro entrar na conta bancária.

Brinde à aproximação

Os oito deputados estaduais do MDB estão convidados para o jantar hoje no Palácio Piratini. Vão encontrar o prato feito: projetos ousados, permitindo o acompanhamento de um molho de críticas.

Não se justificam

O senador Alvaro Dias pediu ontem celeridade para votação do projeto de lei, de sua autoria, que acaba com os privilégios dos ex-presidentes da República, condenados por crimes de responsabilidade. Incluem viagens, diárias, passagens de assessores e combustível.

Para fugir de decisões

É comum em casas legislativas, de Norte a Sul do país, a suspensão de votações, sob argumento de “falta clima”. Qual deles procuram? Equatorial, tropical, temperado, desértico, semiárido, frio de montanha ou polar?

A todo vapor

No Congresso Nacional, as frentes parlamentares são muito mais fortes do que os partidos políticos. Amanhã, será criada a da Micro e Pequena Empresa. Em média, são 40 por ano.

Excesso leva à escassez

Professores de Economia, quando se referem ao sistema tributário brasileiro, lembram a teoria do morcego. Ele tira do boi a quantia exata para poder se recompor. No dia seguinte, volta a fazer a mesma coisa. Sabe que, se sugar demais, o boi se desnutre, enfraquece e morre. Com isso, o próximo a morrer será o morcego.

A maioria dos governos não quer saber desse exemplo.

Enxergando adiante

Faltando um ano e meio para as eleições municipais, os partidos preveem renovações nas câmaras municipais. Algo como os 50 por cento da Assembleia Legislativa. Por isso, começam a conceber novas formas de apresentação dos candidatos, que evitem a fuga de votos. Vencer as eleições não tem mérito em si. O valor está na concretização, durante o mandato, dos objetivos expostos nas campanhas.

Espiral

Nos últimos 12 meses, o governo federal pagou 373 bilhões e 400 milhões de reais para rolar sua imensa dívida. Dinheiro que sai do bolso de cada contribuinte de impostos.

Fraudes

Nos últimos dez anos, 1 milhão de candidatos foram reprovados no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, exigido para permitir o exercício da profissão. Faculdades, a maioria pagas, seguem funcionando como fábricas de diplomas com intervenção tímida do Ministério da Educação.

O que falta

Entra ano, sai ano e se confirma: não há escolas de qualidade para gestores do setor público no país em número suficiente que atenda às necessidades.

Ficou na conversa

A 2 de abril de 1994, o governo anunciou que acabaria com as doações excessivas das estatais aos seus fundos de pensão, que atingiam 1 bilhão de dólares por ano para cobrir déficits. Não passou de homenagem retardada a 1º de abril, dia da mentira. A sangria dos cofres públicos prossegue.

Exige prática e habilidade

Os técnicos da Secretaria da Fazenda, responsáveis pelos números da arrecadação e da despesa, há anos são chamados de flautistas. Passam o tempo tapando um buraco e abrindo outro.

 

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