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Mês do Orgulho LGBTI+: como as “Crônicas de São Francisco” colaboraram com uma nova visão sobre pessoas LGBTI+

(Foto: Divulgação/Netflix)

Por Juliano Castello

Lugares acolhedores. São Francisco, nos Estados Unidos, é um dos primeiros locais onde a comunidade LGBTI+ foi incorporada como parte da cultura e construção social da cidade. Por seu ar percursor, a cidade e suas histórias já foram retratadas na televisão e recentemente ganharam uma nova série na plataforma Netflix.

Depois de 18 anos, a série americana “Tales of the City” ganhou o titulo de “Crônicas de San Francisco” e entrou para o catalogo do streaming. A série, baseada na obra de Armistead Maupin, foi exibida pela primeira vez em 1993. Ganhou versões em 1998 e 2001.

A diferença na história exibida pela Netflix é que essa se passa 23 anos depois de Mary-Ann (Laura Linney) deixar a cidade para viver sua carreira. Alguns atores da série original também fazem parte do novo elenco como Olympia Dukakis (Anna) e Barbara Garrick (De-De). Mas também apresenta novos rostos à história como Ellen Page, que vive a filha de Mary-Ann, Shawna.

“Tales of the City” foi a primeira série de televisão a retratar a comunidade LGBTI+ e sua cultura como algo natural e celebrável. A primeira versão se passava no ano de 1976, período em que a comunidade gay se expandia e ganhava espaço em São Francisco. Temas como transição de gênero, sexualidade e vida com HIV são explorados de forma clara e natural.

Novos espaços na televisão

Antes retratando de forma extremamente caricata, as novelas e séries brasileiras também tem tratado relacionamentos LGBTI+ como parte da sociedade. Recentemente a série “Sob Pressão”, da Rede Globo, apresentou um beijo gay entre os atores Bruno Garcia e Kelner Macêdo. Ao contrário das outras vezes, esse beijo não foi anunciado como um “espetáculo” e apenas foi inserido dentro do episódio.

Atualmente a emissora também exibe a novela “Malhação – Toda forma de amar” que possui um casal gay entre os protagonistas. A novelinha já havia explorado o tema nas temporadas “Viva a diferença”, e também contou a história de um menino que se assumia gay na escola na temporada “Vidas Brasileiras”.