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“Vingadores” com seis minutos de cenas extras e filme sobre atentado chegam aos cinemas

"Vingadores: Ultimato" volta às telonas em versão estendida. (Foto: Reprodução)

“Vingadores: Ultimato” volta às telonas em versão estendida, com seis minutos de cenas extras. Em outro lançamento, terroristas invadem um hotel de luxo na Índia e fazem dos hóspedes seus reféns, enquanto um grupo de funcionários arrisca suas vidas para ajudá-los. Baseado nos atentados que aconteceram em Mumbai em 2008.

Vingadores

Inspirado nos quadrinhos da Marvel, o filme coloca um fim à saga da equipe original dos Vingadores. Sete anos após sua primeira aparição conjunta no cinema, Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Viúva Negra, Hulk e Gavião Arqueiro precisam voltar no tempo e recuperar as Joias do Infinito para reverter o massacre promovido por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”. O filme volta às telonas em versão estendida, com seis minutos de cenas extras.

Com a morte do Homem de Ferro e da Viúva Negra e a aposentadoria de Thor e Capitão América, criou-se um vácuo na equipe dos super-heróis comandados por Nick Fury, abrindo espaço para que o aracnídeo, Capitã Marvel, Pantera Negra e outros novatos brilhem.

Homem-Aranha dialoga com Ultimato

Enquanto isso Com viagem à Europa, novo filme do Homem-Aranha finaliza fase atual da Marvel nos cinemas.

Com os últimos acontecimentos no Universo Cinematográfico Marvel, Homem-Aranha se tornou uma das grandes apostas para salvar o mundo de ameaças.

É com essa grande responsabilidade que ele finaliza a atual fase do estúdio nas telonas, em “Homem-Aranha: Longe de Casa”. Dirigido por Jon Watts, o filme acompanha o personagem em uma viagem escolar à Europa.

Nela, porém, colossos que representam os quatro elementos aparecem e colocam a Terra em risco. Para ajudar Tom Holland, Jake Gyllenhaal entra em cena como o superpoderoso Mysterio, vindo de outra dimensão.

Juntam-se aos atores Samuel L. Jackson, reprisando o papel de Nick Fury, e Zendaya, interesse amoroso do protagonista.

Mas o longa é muito mais uma continuação de “Vingadores: Ultimato” (2019) do que de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, primeiro título solo de Tom Holland como o personagem.

Isso porque a nova trama de Peter Parker abre com uma breve explicação do que acontece depois que os Vingadores derrotam Thanos e trazem de volta metade da população do universo de um período de cinco anos no limbo.

Em seu desenrolar, o roteiro segue dialogando com os acontecimentos do antecessor, amarrando pontas soltas e colocando Homem-Aranha num papel muito mais importante do que o desempenhado até agora no Universo Cinematográfico Marvel.

Atentado ao Hotel Taj Mahal

Baseado em um episódio verídico de 2008, quando terroristas atacaram alguns pontos turísticos de Mumbai, na Índia, “Atentado ao Hotel Taj Mahal” é um filme de ação irretocável. O principal alvo foi o luxuoso Taj Hotel, invadido por terroristas suicidas.

O filme é dirigido pelo estreante em longa-metragem Anthony Maras, também roteirista, que soube aproveitar a história real, que já era espetacular. A narrativa se concentra em dois heróis do caso, o chef e um garçom de um dos restaurantes do hotel, responsáveis pela fuga de dezenas de hóspedes e funcionários.

São quatro terroristas dentro do prédio, carregados de armas e muita munição. O plano de ação é simples: matar o maior número de pessoas, sem poupar ninguém. E eles têm tempo para isso. A polícia local não tem soldados suficientes para o enfrentamento, e as forças especiais levam horas para vir de Nova Déli.

O ator inglês Dev Patel, revelado em “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008), interpreta o garçom Arjun. No papel do chef está o indiano Anupam Kher. Os dois têm um desempenho vigoroso como aqueles que tomaram a missão de tentar proteger pessoas no meio do caos.

A grande qualidade do filme é não criar personagens heroicos. No roteiro fiel aos relatos dos sobreviventes, as ações são críveis, muita gente morre pelos erros cometidos por quem tenta fugir e o desespero toma conta de todos. Num filme americano convencional do gênero, logo apareceria um Dwayne Johnson ou um Mark Wahlberg para resolver a parada.

Quem tem mais pinta de mocinho é Armie Hammer, americano que se hospeda ali com a mulher, uma indiana milionária (a atriz iraniana Nazanin Bodiadi), o filho recém-nascido e a jovem babá (a inglesa Tilda Cobham-Hervey).

Mas Hammer não está ali para lutar com os vilões. É apenas um pai tentando esconder o bebê, enquanto sua mulher tenta conseguir alguma vantagem diante dos terroristas por ser indiana. São personagens complexos, conduzidos pela situação angustiante.

Não há discussão política. A origem da célula terrorista e suas motivações não são mostradas à plateia. O que interessa ao filme é o impacto da ação contínua. Sobreviver é o que importa. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

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