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Política Diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal vira réu por improbidade administrativa

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O MPF argumentou que Silvinei fez uso indevido do cargo ao pedir votos para Bolsonaro

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Silvinei foi pego tentando fugir para El Salvador com documentos falsos paraguaios, como identidade e passaporte. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O juiz José Athur Diniz Borges, da 8ª Vara Federal do Rio de Janeiro, atendeu a um pedido do MPF (Ministério Público Federal) e tornou réu por improbidade administrativa o diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal), Silvinei Vasques.

O pedido do MPF foi apresentado no dia 15 deste mês. Na ocasião, o órgão também solicitou o afastamento de Silvinei do cargo. Ao analisar o caso, o juiz afirmou que, como o policial está de férias, quer ouvi-lo antes de tomar uma decisão.

O MPF argumentou que Silvinei fez uso indevido do cargo ao pedir votos para o presidente Jair Bolsonaro, que disputou a reeleição. “A vinculação constante de mensagens e falas em eventos oficiais, entrevista a meio de comunicação e rede social privada, mas aberta ao público em geral, tudo facilmente acessível na internet, sempre associando a própria pessoa do requerido à imagem da instituição PRF e concomitantemente à imagem do chefe do Poder Executivo federal e candidato à reeleição, denotam a intenção clara de promover, ainda que por subterfúgios ou mal disfarçada sobreposição de imagens, verdadeira propaganda político-partidária e promoção pessoal de autoridade com fins eleitorais”, afirmou o órgão.

Um inquérito aberto pela PF (Polícia Federal) investiga blitzes da PRF no dia do segundo turno das eleições. Contrariando determinação da Justiça, agentes pararam ônibus que transportavam eleitores. A corporação alegou que fiscalizou questões técnicas dos veículos, como condições de pneus.

Também é alvo de investigação a conduta de Silvinei diante dos bloqueios ilegais de rodovias, promovidos por apoiadores de Bolsonaro depois que ele foi derrotado pelo ex-presidente Lula. O MPF aponta que há indício de omissão da PRF por motivos políticos.

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Vanderlei Ochoa
25 de novembro de 2022 14:22

A LEI ACIMA DE TUDO E TODOS ….se cometeu crime, paga. Ampla defesa. Não tem policial, milico, general, deputado, presidente, senador, ministro do TCU, nem ninguém ACIMA DA LEI…..aprendam isso, por favor…

Ari Maragato Linck
25 de novembro de 2022 14:38

…agora tem que perder o cargo pra completar..

Fernando Krause
25 de novembro de 2022 15:55

A Lei tem de ser igual para todos, inclusive para os bandidos e os criminosos condenados de colarinho branco, especialmente para aqueles inimigos do Estado que foram politicamente “descondenados” para se eleger e “voltar à cena do crime.”

Ck Ps
25 de novembro de 2022 16:23

esse n fará mais blitz em dia de eleição para ver se os pneus estão gastos. Aqui se faz aqui se paga

Nilton G Veiga
26 de novembro de 2022 00:20

Interessante se servidor simpatiza e divulga por quem é a sua simpatia lhe é imposto o rigor da lei mas um estelionatário, improbo, mentiroso e quadrilheiro e com ajuda do mesmo judiciário pode ser presidente da república.

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