Terça-feira, 16 de junho de 2026
Por Cláudio Humberto | 16 de dezembro de 2022
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
O embate entre MDB e o União Brasil por fatias do futuro ministério teve direito a ameaça de Elmar Nascimento (União-BA) de abandonar a relatoria da PEC Fura-teto na Câmara. O deputado esperava ser ministro de Minas e Energia, indicado pelo seu próprio partido. O voo do parlamentar foi encurtado pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que avisou que Lula teria outros planos: entregar a pasta ao MDB.
Só no Natal
Insatisfeito com a negativa, Elmar ameaçou deixar o posto e até a fazer mudanças que atrasariam o texto, já chamado de “PEC-Peru”.
Amigos do rei
Renan Calheiros (MDB-AL) pleiteia uma vaguinha no ministério para o filho Renan Filho (MDB-AL), senador eleito.
Queda de braço
O clã Calheiros é adversário do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que está com a faca e o queijo na mão para aprovar a PEC.
Cobertor curto
Até no MDB a “cota Renan” é indigesta. A ala da Câmara quer uma vaga e já teve que engolir Simone Tebet (MS). A sigla deve ter só duas vagas.
Girão lança candidatura e divide voto bolsonarista
A candidatura de Eduardo Girão (Podemos-CE) a presidente do Senado, confirmada nesta quinta (15), foi recebida com estranhamento pelos demais senadores que apoiam o atual governo. É que a aposta do PL e dos bolsonaristas é a candidatura do ex-ministro e senador eleito Rogério Marinho (PL-RN), o preferido do Planalto. Com sua candidatura, Girão divide os votos e favorece e a reeleição de Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Dividiu, dançou
Está na união a chance de vitória do campo bolsonarista, segundo avaliam políticos mais experientes.
Aposta na união
O PL elegeu a maior bancada do Senado e tem chance objetiva na disputa pela presidência da Casa, mas terá de unir todas as forças.
Mostrando serviço
Para viabilizar a reeleição, Pacheco se aproximou de Lula, a quem prometeu muito. Começou entregando a aprovação da PEC Fura-Teto.
O começo do fim
O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos), senador eleito pelo Rio Grande do Sul, acha que o projeto escancarando de novo as estatais a políticos e à corrupção “fere de morte o ingresso do Brasil na OCDE”.
Moro na torcida
Para o senador eleito Sérgio Moro (União Brasil-PR), se de fato o Senado não votar a mutilação da Lei das Estatais, “será uma vitória da cidadania e uma decisão acertada dos senadores”.
Assalto combinado
Durante visita que recebeu do boquirroto presidente Alberto Fernández, Lula prometeu R$ 3,7 bilhões do BNDES para bancar um gasoduto na Argentina. O BNDES negou. É que a ordem só chegará após o dia 1º.
Prioridade
Antes de encontro com líderes africanos, o governo de Joe Biden (EUA) anunciou a intenção de doar US$ 55 bilhões para a África. O valor representa cerca de 20% do que já os EUA já enviaram para a Ucrânia.
Tomando de assalto
O PT de Gleisi Hoffmann avisou que vai entregar neste fim da semana a Lula uma “lista de indicados” para o ministério do futuro governo. É o golpe final. Outros partidos, como o PSB, preparam suas próprias listas.
Vale tudo
Cortando um dobrado para aprovar a PEC Fura-teto, o deputado José Guimarães (PT-CE) apela até para adversários. Diz que a aprovação da PEC “desafoga as contas do governo Bolsonaro”.
Cominar com os russos
O deputado Cláudio Cajado (PP-BA) dá o diagnóstico do que está impedindo a PEC Fura-teto, que passou com facilidade no Senado, de avançar: faltou combinar com a Câmara.
Tô aqui
Perdendo forças após ser cotado para o Tesouro de Haddad, Felipe Salto, secretário da Fazenda de São Paulo, deu um jeito de elogiar Gabriel Galípolo e Bernardo Appy, escolhas do almejado chefe.
Pensando bem…
…a “emenda Mercadante” terá de esperar até o governo que vem.
PODER SEM PUDOR
O rei nu
Discreto e comedido, o jurista Seabra Fagundes, ministro da Justiça do presidente Café Filho, revelou os detalhes do momento em que foi convidado para o posto: os tanques do general Lott cercavam o apartamento de Café, no Posto 6, e a antessala estava cheia de líderes da UDN, quando Seabra ouve um chamado lá de dentro: “Oh! Miguel, vem cá.” Seabra descreveu a cena: “Ao entrar no quarto, deparei-me com uma cena insólita: naquele sufoco todo, Café esquecera de vestir-se. Estava simplesmente nu.”
Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
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No mínimo de criminoso condenado e recondenado por corrupção pública. Os demais adjetivos são consequência disso…
Alguma mentira em chamar o Luladrão de… LADRÃO??
O jornal não tem responsabilidade sobre o que nele é divulgado? Vão continuar chamando o presidente eleito de LADRÃO sem que tenham responsabilidade nenhuma? Então não tem credibilidade nem é responsável? Assim é fácil. As artimanhas que os golpistas inventam.
A prova de que os “cumpanheros” latino americanos vão se fartar com o dinheiro do suor do pagador de impostos brasileiro é o “empréstimo” do BNDES de R$ 3,7 BI ao hermano argentino… que não será pago da mesma forma como já aconteceu nos governos lulopetistas com Cuba, Venezuela, Nicarágua, Argentina, Bolívia e algumas republiquetas africanas de ditadores “amigos” do rei…
Depois os defensores do crápula ficam magoadinhos quando se chama isso de roubo aos cofres públicos.
Quem votou nesta raça de víboras agora faz o 👎.
Quem tem militante e terrorista é o lulopetismo.
O Brasil vai dar certo, mesmo com a discordância dos militantes bolsonaristas desse JORNAL….quaquaqua…