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Publieditorial Cresce demanda por controllers e gerentes executivos de TI no agronegócio

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Vem crescendo, no agronegócio, a demanda pelas posições executivas de controller e gerente de TI.

Foto: Reprodução
Vem crescendo, no agronegócio, a demanda pelas posições executivas de controller e gerente de TI. (Foto: Reprodução)

Um levantamento da Evermonte Executive Search, referência em recrutamento executivo na Região Sul, mostrou que vem crescendo, no agronegócio, a demanda pelas posições executivas de controller e gerente de TI. Compilados no estudo “Agronegócio: posições mais demandadas, competências, perspectivas e insights”, os dados também indicam que 38,7% das empresas do setor pretendem fazer novas contratações nos próximos meses – na maioria dos casos, essas contratações são para vagas executivas nas áreas financeira e de tecnologia.

Segundo a Evermonte, a posição de controller é cada vez mais estratégica, enquanto o cargo de gerente executivo de TI ganha espaço em meio aos processos de transformação digital das companhias. “A presença de lideranças aptas a colocar o caixa em ordem, direcionar investimentos para os lugares certos e implementar estratégias que realmente geram resultados faz toda a diferença, sobretudo em um setor com desempenho recorde nas exportações e uma forte tendência de contratação voltada à eficiência produtiva”, explica o sócio da Evermonte, Felipe Ribeiro.

“Da mesma forma, um bom gerente de TI é responsável pela coordenação e supervisão 360° de programas e sistemas. A crescente adoção de tecnologias avançadas e de uma cultura ‘data-driven’, inclusive, contribuem para a evolução exponencial do agro e o consequente aumento da demanda por profissionais aptos a gerir suas novas lógicas”, afirma.

Impulsionador de boa parte dos resultados econômicos dos últimos anos no Brasil, o agronegócio exige, mais do que nunca, lideranças com mindset inovador. Além de características inerentes aos bons profissionais de todas as áreas como clareza do propósito da companhia, adaptabilidade e resiliência, critical thinking, inteligência emocional, comunicação assertiva e visão estratégica, o agro vem demandando, cada vez mais, habilidades específicas como visão 360°, noções de legislação e políticas governamentais e posicionamento arrojado.

Ribeiro destaca que entender as interdependências que caracterizam o setor é essencial para as lideranças que queiram se destacar. “Por visão 360°, entende-se a capacidade de analisar e prever as formas pelas quais fatores externos como mudanças climáticas, políticas governamentais, flutuações de mercado e avanços tecnológicos interagem e impactam a produção e a cadeia de suprimentos”, explica. Da mesma forma, diante da multiplicidade de normas e regulações do agro, conhecer a legislação é imprescindível para a tomada de decisões.

Além dessas duas habilidades, o posicionamento arrojado é determinante para os executivos que queiram ter sucesso no setor. “Os líderes do agronegócio precisam ser capazes de interpretar e reagir rapidamente a variáveis como oscilações na demanda em função da sazonalidade, mudanças climáticas e forças macroeconômicas e geopolíticas, desenvolvendo estratégias flexíveis que impulsionem os negócios”, complementa o sócio da Evermonte.

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