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Política Bolsonaro pede “pacificação”, enquanto aliados e ministros de Lula criticam Projeto de Lei da Anistia

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Uma eventual anistia aos envolvidos nos atos do 8 de janeiro de 2023 está em discussão na Câmara dos Deputados.

Foto: Reprodução
Explicações passam pelas mudanças nas regras do foro privilegiado. (Foto: Reprodução)

O ataque de um homem de 59 anos na praça dos Três Poderes, em Brasília, que resultou em sua própria morte e na explosão de duas bombas nos arredores, repercutiu imediatamente no meio político. Nessa quinta-feira (14), o ex-presidente Jair Bolsonaro fala em “pacificação” após o caso, enquanto ministros e deputados aliados do governo aproveitaram para criticar a PL da Anistia, em discussão na Câmara dos Deputados.

“Já passou da hora de o Brasil voltar a cultivar um ambiente adequado para que as diferentes ideias possam se confrontar pacificamente, e que a força dos argumentos valha mais que o argumento da força”, postou o ex-presidente.

Filho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) compartilhou a mesma mensagem do pai em suas redes sociais. Já o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) optou por não comentar o incidente. Deputada e presidente do PT, Gleisi Hoffmann atentou para os “gravíssimos fatos” que repetem o cenário dos ataques golpistas do 8 de Janeiro.

O senador e líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues (PT), vê no ataque um caso com “características de motivação política”, pede apuração rigorosa para apontar os responsáveis. O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) gravou um vídeo em suas redes sociais chamando o ataque ao STF de terrorismo e reforçou sua posição contrária à anistia dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

“Essa campanha de anistia não se sustenta. O pessoal que fez a tentativa de golpe de estado tem que ser julgado e ser condenado. Só vã respeitar a Justiça e o autor intelectual de tudo é Jair Bolsonaro”, disse o parlamentar.

Uma eventual anistia aos envolvidos nos atos do 8 de janeiro de 2023 está em discussão na Câmara dos Deputados, onde uma comissão foi criada há duas semanas pelo presidente Arthur Lira para debater o tema. A leitura na Casa, no entanto, é que o atentado pode prejudicar as discussões sobre a criação de uma lei que conceda a anistia, já que reforça a necessidade de se combater atos antidemocráticos.

Nessa quinta, o ministro do Supremo Alexandre de Moraes, em discurso durante evento do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), criticou a possibilidade de se anistiar os condenados pelos atos extremistas.

“É necessário não só que nós nos unamos na defesa constante da Democracia, nas responsabilização total de todos aqueles que atentaram contra a democracia. Porque a impunidade gera eventos como ontem, a impunidade vai gerar mais agressividade”, afirmou o ministro.

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5 Comentários
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Jorge Ferreira
15 de novembro de 2024 10:40

capitao cueca e 51

Vanderlei Ochoa
15 de novembro de 2024 10:49

Esse bolsonara enga trouxas direitinho. E como tem…

Vanderlei Stefani
15 de novembro de 2024 12:53

O GADO (boi BOMBA) ouviu o berrante do Bozo vigarista e tá pronto pra se explodir

Felisberto Susin
15 de novembro de 2024 13:01

Pergunto por que não a anistia???? Não roubaram, não mataram, já os que fizeram isso e muito mais estão ocupando cadeiras que ja mais deveriam estar, alem de apriomararem suas tecnicas em tudo o que ja praticaram, voltaram a cena do crime, acordem. As contas do governo apresenta mais de 100 bilhoes de deficit em 2024., mas os bacanas estao ai, insistindo dizendo temos que manter a democrcia, que democracia??????

César Alexandre Jardim Marques
15 de novembro de 2024 15:45

O slogan do Governo do Painho dos Pobres é “UNIÃO e reconstrução”. União seria o que pros RETARDADOS da EXTREMA ESQUERDA comedora de abóbora que escreveram M… nesta coluna. A PETEZADA é uma junção de ASNOS com rede social.

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