Domingo, 07 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 4 de agosto de 2025
Sem citar nomes, chanceler disse que constituição brasileira não está em "qualquer mesa de negociação"
Foto: DivulgaçãoO ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou, nesta segunda-feira (4), que a Constituição brasileira “não está em mesa de negociação”, ao mencionar a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Para o chanceler, a soberania brasileira “não é moeda de troca diante de exigências inaceitáveis”.
“Nossa sociedade democrática e suas instituições derrotaram uma tentativa de golpe militar cujos responsáveis estão hoje no banco dos réus em processos transparentes, transmitidos pela TV em tempo real, com direito a ampla defesa e com pleno respeito ao devido processo legal. A constituição cidadã não está e nunca estará em qualquer mesa de negociação. Nossa soberania não é moeda de troca diante de exigências inaceitáveis”, disse.
Vieira ainda disse ter orgulho de defender a “soberania brasileira de ataques orquestrados por brasileiros em conluio com forças estrangeiras”. A declaração ocorreu durante uma sessão solene em celebração aos 80 anos de fundação do Instituto Rio Branco e acontece após uma escalada na tensão entre Estados Unidos e Brasil.
Na última quarta-feira (30), o presidente do país norte-americano Donald Trump oficializou as tarifas de 50% sobre produtos brasileiros. As taxas serão aplicadas a partir da próxima quarta-feira (6).
Diálogo e multilateralismo
Na noite desta sexta-feira (1°), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse que sempre esteve aberto ao diálogo, após Trump dizer que o mandatário brasileiro poderia ligar para ele “a qualquer momento”.
Dois dias depois, em evento do PT, Lula defendeu que o Brasil tenha uma postura firme, mas equilibrada, nas negociações internacionais. “Tenho um limite de briga com o governo americano. Não posso falar tudo que penso, falo o que é necessário”, afirmou.
“Os Estados Unidos são grandes, são os mais bélicos, mais tecnológicos, maior economia do mundo, mas queremos ser respeitados pelo nosso tamanho. Nós temos interesses econômicos, estratégicos. Não somos uma republiqueta”, acrescentou o presidente. Na mesma linha de Lula, Mauro Vieira defendeu que o diálogo é a solução para a negociação com os EUA.
“Queremos usar todas as palavras do dicionário para negociar soluções e encaminhar os desafios dessa nossa época. É esse o nosso dever de ofício como diplomatas, a palavra é a arma da diplomacia e os seus campos de batalha tem geometria variável, seguiremos atuantes em todas as frentes necessárias, mas de nossa parte, daremos sempre preferência ao encaminhamento multilateralmente ordenado dos problemas internacionais”, disse.
“O Brasil defende o multilateralismo porque a alternativa a ale é o arbítrio unilateral e a lei da selva e é para termos uma ordem nacional”, concluiu.
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SOBERANIA MOLDADA , REGADA PELA TIRANIA DOS PTRALHAS….
Zumbis do MALACHEIA
“ONTEM NAS MANIFESTAÇÕES …FOI UM EVENTO DOS …..FILHOS DA PATRIA …….CONTRA OS FILHOS DA P U T A”
Enquanto este governo colocar toda burrada do Lula pedir que o Birts dispense o Dólar da economia e tira foto com a turma da decola , 50 % é pouco.
O empresário brasileiro vai vender seus produtos pra China, Rússia e outros por 50 % menos…
BRASIL ACIMA DE TUDO E LEIS ACIMA DE TODOS. MAS OS MARGINAIS DA DIREITA GOLPISTA INSISTEM EM DESTRUIR NOSSO PAÍS. perderam manés.
Será que estes fanáticos e mal intencionados não sabem que o Brasil precisa ter um boa relação com os Estados Unidos, pois dependemos deles em vários sistemas.
Se brigarmos com eles , só teremos perdas.
O cúmulo da sabujice
Bom seria se os EUA tomasse conta dessa republiqueta de merda sem lei onde o povo é analfabeto e inconsequente sdoradors de bandidos ao menos nosso filhos teriam uma chance de vida digna.
Imprensa alemã exalta Lula: “o homem que enfrenta Trump”
Para o Süddeutsche Zeitung, presidente brasileiro enfrenta pressão inédita dos EUA em defesa da soberania nacional
Se quiser ter amigos, não os teste e ainda mais se tiver dinheiro envolvido. Brasil e EEUU cultivam uma amizade secular e equilibrada. De repente surge um “estadista” que resolve liderar um movimento para mexer com o bolso do amigo, que é mais rico: só podia comprar briga desnecessária. O prejuizo até pode ser para os dois lados, mas o mais fraco sofrerá muito mais.