Sexta-feira, 16 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Diretório Nacional do PSL confirma punições a 18 deputados ligados a Bolsonaro

Compartilhe esta notícia:

Bibo Nunes teve suspensas as suas atividades partidárias

Foto: Divulgação
Deputado disse que votará contra a PEC da Transição. (Foto: Divulgação)

O Diretório Nacional do PSL confirmou nesta terça-feira (03) punição a 18 deputados da sigla ligados ao presidente da República, Jair Bolsonaro. As penas vão de advertência até suspensão das atividades partidárias por 12 meses e foram recomendadas pela Executiva Nacional da legenda na semana passada. Nesta terça-feira, o diretório homologou as punições.

O racha no PSL se agravou após o presidente Jair Bolsonaro fazer críticas públicas ao presidente do partido, Luciano Bivar. A ala bivarista passou a acusar os deputados ligados a Bolsonaro de ataques à legenda e de indisciplina.

O presidente e um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro, pediram desfiliação da legenda e pretendem migrar para um novo partido, que se chamará Aliança pelo Brasil. Os cerca de 20 deputados do PSL ligados a Bolsonaro também devem se filiar a ele, após a criação da sigla.

Pela decisão do comando do PSL, estão suspensas as atividades partidárias de:

Bibo Nunes: 12 meses
Alê Silva: 12 meses
Bia Kicis: 6 meses
Carla Zambelli: 6 meses
Carlos Jordy: 7 meses
Daniel Silveira: 12 meses
Eduardo Bolsonaro: 12 meses
General Girão: 3 meses
Filipe Barros: 6 meses
Junio Amaral: 3 meses
Luiz Philippe de Órleans e Bragança: 3 meses
Márcio Labre: 6 meses
Sanderson: 10 meses
Vitor Hugo: 7 meses

Outros quatro deputados foram punidos com advertência. São eles:

Aline Sleutjes;
Chris Tonietto;
Hélio Lopes;
Coronel Armando.

Crise no partido

No mês passado, Bolsonaro afirmou a um apoiador para “esquecer” o partido, acrescentando que Bivar estaria “queimado para caramba”. Essa declaração de Bolsonaro desencadeou uma crise, dividindo a sigla entre seus apoiadores e os de Bivar.

A crise no PSL se refletiu na disputa pelo comando da liderança da legenda na Câmara, com uma guerra de listas pelo cargo, opondo Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, e o deputado Delegado Waldir (PSL-GO), ligado a Bivar. No final de outubro, a sigla instalou o conselho de ética para julgar Eduardo e mais 18 deputados, todos aliados a Bolsonaro, por indisciplina.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Um pedacinho de Paris em Porto Alegre com Liz Pâtisserie Française
Flash mob natalino surpreende passageiros no Aeroporto Salgado Filho
Pode te interessar