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Mundo A polícia da Austrália quer ouvir o engenheiro que se relacionava com a brasileira achada morta

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Corpo de Cecília Haddad, de 38 anos, foi encontrado no domingo. (Foto: Reprodução)

A polícia da Austrália está buscando contato com o engenheiro brasileiro Marcelo Santoro. Ele, que não é tratado como suspeito, teve um relacionamento com Cecília Haddad, de 38 anos, encontrada morta em um rio em Sydney, na Austrália, no último fim de semana. Ele teria passado o domingo no país, onde a executiva residia, e teria voltado para o Rio entre sábado e domingo. O corpo de Cecília foi achado por canoístas à beira do Rio Lane Cover.

Amigos contaram à imprensa local que Cecília esteve com eles num churrasco, na área de Ryde, na sexta-feira à noite. Segundo alguns deles, ela parecia aflita. O detetive da polícia de Homicídios da NSW, Ritchie Sim, disse que Cecília se comunicou com esse grupo de amigos por telefone das 8h às 9h30m de sábado. Cecília falou que teria compromissos pessoais e de trabalho no fim de semana. Como deixou de se comunicar, seu desaparecimento foi denunciado às autoridades policiais.

Nas investigações, as autoridades vão analisar as filmagens do carro de Cecilia para descobrir detalhes do crime. A polícia também pediu ajuda de câmeras públicas para descobrir os últimos movimentos que antecederam sua morte. Também tenta saber se ela namorava Marcelo Santoro ou se tinham terminado. Os dois seriam sócios da empresa E-Care, que está registrada no endereço onde ela morava. Ela vivia num prédio baixo, num imóvel no terraço. Vizinhos afirmaram que a viam muito pouco, algumas vezes acompanhada por um homem.

Cecília foi para a Austrália e viveu em Perth, entre 2007 e 2016. Na época, era casada com um brasileiro, Felipe. Ele, inclusive, ainda mora na cidade e teria se deslocado para Sidney fazer o reconhecimento do corpo. Um exame de necrópsia já foi realizado, e o resultado deve ser divulgado em poucos dias.

O Itamaraty e o Consulado-Geral do Brasil em Sydney acompanham o caso e “mantêm contato com seus familiares e com a polícia de New South Wales”.

A brasileira era executiva e trabalhou em uma mineradora no estado Austrália Ocidental antes de se mudar, em 2016, para Nova Gales do Sul para trabalhar em uma empresa de frete.

“Não sei se sobreviverei”

Dias após a morte de Cecília Haddad, brasileira encontrada em um rio em Sidney, na Austrália, Milu Müller, mãe da vítima, se pronunciou sobre o caso. Em entrevista publicada pelo “The Sydney Morning Herald”, ela contou da dificuldade em lidar com a com a perda da filha, que ela descreve como uma garota “talentosa, inteligente e com um coração puro”.

“Não sei se sobreviverei a essa tragédia. Se eles prenderem o assassino, talvez eu possa ficar mais aliviada. Obrigado e por favor façam de tudo para ajudar a capturar o monstro que fez isso”, diz Milu, que está impedida de viajar para a Austrália por conta de uma cirurgia cardíaca pela qual passou recentemente.

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