Quinta-feira, 03 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 14 de agosto de 2025
Moraes afirmou que “o processo encontra-se pronto para inclusão em pauta”
Foto: Antonio Augusto/Secom/TSEO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou nesta quinta-feira (14) ao presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin, que marque a data do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros réus acusados de participação na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
É a Primeira Turma que vai julgar o caso. No despacho, Moraes afirmou que o processo encontra-se pronto para inclusão em pauta e que a definição da data é necessária para assegurar a efetividade da ação judicial.
Considerando o regular encerramento da instrução processual, o cumprimento de todas as diligências complementares deferidas, bem como a apresentação de alegações finais pela Procuradoria-Geral da República e por todos os réus, solicito ao excelentíssimo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin, dias para julgamento presencial da presenta ação penal
Bolsonaro e outros 7 réus são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de integrar uma trama para reverter, de forma ilegal, o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.
A denúncia envolve articulação de militares, civis e integrantes do antigo governo para convocar atos, espalhar desinformação e tentar legitimar medidas inconstitucionais. A previsão é que o julgamento comece em setembro.
A Primeira Turma é composta pelos ministros:
– Cristiano Zanin (presidente);
– Luiz Fux;
– Alexandre de Moraes (relator do caso);
– Flávio Dino;
– Cármen Lúcia.
O julgamento deverá ocorrer ainda neste semestre. A previsão é que comece na segunda quinzena de setembro. Esses réus compõem o chamado núcleo crucial do processo da trama golpista. O núcleo crucial é o primeiro que vai ser julgado. Compõem o grupo:
– Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
– Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin;
– Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
– Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
– Augusto Heleno, ex-ministro do GSI;
– Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência;
– Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
– Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil.
Próximos passos
– O colegiado vai julgar os réus. Serão apresentadas alegações da PGR, das defesas e, por fim, os votos dos ministros.
– Será analisada a situação de cada acusado. Pode seguir por dois caminhos:
– absolvição, se a maioria dos ministros entender que não houve crime ou o grupo não é o autor, por exemplo; neste caso, o processo é arquivado e não há punição.
– condenação, se os magistrados concluírem que o grupo cometeu os crimes apontados pela PGR; neste caso, eles apresentam propostas de cálculo da pena, a partir de cada situação individual.
– Nas duas circunstâncias, acusação e defesas podem recorrer da decisão ao próprio STF.
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O Alexandre Magnitsky tá com ódio do Bolsonaro, logo vai ter o que merece …. tic tac tic tac
Xandao pede a zanin,kkkkkk parece filme de comédia!!
Tic tac tic tac tic tac
O espumante XANDON já está no gelo
Que presa….O Mito será condenado isto todos sabem..
Pois é. O tiro saiu pela culatra. O mito provou a que veio e está sendo julgado, tendo ampla defesa. Ele, ao ovacionar um TORTURADOR no impeachment da Dra. DILMA, parece que não tinha consciência do que foi a ditadura. Agora está cortando pregos. Isso é a maior prova, que a DILMA é mais destemida e corajosa que ele. DITADURA NUNCA MAIS. Viva a DEMOCRACIA que a família bolsonaro queria destruir.
ministro…