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Verão Baixa umidade relativa do ar requer atenção e cuidados com a saúde

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A umidade relativa do ar é a quantidade de líquido vaporizado que está presente na atmosfera. (Foto: Divulgação/ Pixabay)

28O forte calor, combinado com uma massa de ar seco, preocupa o Rio Grande do Sul em razão da baixa umidade relativa do ar. A tendência é que o verão siga assim e os efeitos também podem ser sentidos na saúde.

A umidade relativa do ar é a quantidade de líquido vaporizado que está presente na atmosfera. Em uma dada temperatura ou em certos momentos do ano, a umidade sofre uma queda significativa, provocada por diversos fatores.

“Toda a massa de ar tem uma certa capacidade de absorver vapor d’água. Quando a umidade relativa do ar é baixa, isso quer dizer que a gente tem uma baixa quantidade de vapor d’água, e isso interfere na questão da saúde, principalmente em problemas respiratórios”, esclareceu o meteorologista Leandro Puchalski.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a umidade relativa ideal para a saúde deve estar entre 40 e 60%. Mas o Rio Grande do Sul registrou recentemente menos de 30%. Essa baixa umidade pode provocar o ressecamento das vias aéreas, potencializando o risco de infecções, alergias e desidratação.

“Quando a pessoa inala um ar muito seco, esse ar de certa forma irrita toda a via aérea. Qualquer pessoa pode sentir sintomas, mas especialmente asmáticos que já possuem a via aérea mais sensível”, explicou a pneumologista Maria Ângela Fontoura.

Os principais sintomas são tosse, ressecamento da garganta e sangramento nasal. E além de atingir o sistema respiratório, o tempo seco podem afetar os olhos e a pele. Mas algumas medidas podem amenizar os possíveis sintomas.

“Uma das principais recomendações é a hidratação, sempre andar com uma garrafinha de água e procurar fazer exercícios físicos quanto a temperatura estiver mais amena”, disse Maria. Ingerir frutas e manter os ambientes sempre arejados também ajudam a melhorar a qualidade de vida nessa época do ano.

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