Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 7 de junho de 2019
O presidente Jair Bolsonaro ficou preso no elevador na quinta-feira (06), quando foi visitar o jogador de futebol Neymar no Home (Hospital Ortopédico e Medicina Especializada), em Brasília. As informações são da Folha de S.Paulo.
A pane durou tempo “considerável”. Em nota, a assessoria do hospital confirmou e disse que o elevador travou porque a comitiva presidencial tinha mais gente do que o equipamento suportava. “O equipamento demonstrou toda sua tecnologia e segurança ao entender que a situação de locomoção estaria comprometida pelo excesso de pessoas”, diz o texto.
Bolsonaro foi visitar Neymar após uma lesão durante uma partida no estádio Mané Garrincha. Em sua conta do Twitter, publicou uma foto com o jogador e escreveu: “Visitando @neymarjr no Hospital Home em Brasília. Desejo uma boa e rápida recuperação!”.
Em Buenos Aires, o presidente também defendeu a inocência do atleta nas recentes acusações da modelo Najila Mendes sobre estupro.”Peraí, se você analisar o contexto ali, o que que ela [Najila] fez atravessando o Atlântico, né?”, questionou.
Privatização dos Correios
Bolsonaro disse nesta sexta-feira (07) que a privatização dos Correios ganhou força em seu governo. A manifestação foi postada em sua conta oficial no Twitter. Para ele, a menor participação do Estado pode melhorar e baratear os serviços públicos. “Serviços melhores e mais baratos só podem existir com menos Estado e mais concorrência, via iniciativa privada. Entre as estatais, a privatização dos Correios ganha força em nosso Governo”, tuitou.
Não é a primeira vez que o presidente se manifesta a favor da privatização da estatal. Em abril, ele havia autorizado estudos para a desestatização da companhia. Com 356 anos de existência, a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) é subordinada hoje ao Ministério das Comunicações, Ciência, Tecnologia e Inovação. Após prejuízos registrados entre 2013 e 2016, a estatal registrou lucro de R$ 161 milhões em 2018 e de R$ 667,3 milhões em 2017.
A manifestação ocorre um dia depois do plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) ter decidido, por maioria, liberar a venda do controle acionário de subsidiárias de empresas públicas e sociedades de economia mista, sem que para isso seja preciso aval legislativo ou processo de licitação. A venda sem autorização do Congresso Nacional não vale, contudo, para empresas matrizes, como é o caso dos Correios, que ainda precisará de autorização parlamentar.
Os Correios possuem, no entanto, uma subsidiária, a Correios Participações (CorreiosPar), criada em 2015, que desenvolve projetos nos segmentos financeiro, de comunicação digital e de logística integrada.
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