Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 21 de janeiro de 2016
Abrasileira Priscila Franco Silva, 26 anos, foi violentada e assassinada, na cidade boliviana de Porto Quijaro, na fronteira do Brasil com a Bolívia, no último dia 7. Ela estava grávida de sete meses e tinha viajado para comprar o enxoval do bebê, segundo a família. A comerciante tinha dois filhos, de 4 e 6 anos de idade.
O corpo, que permanecia no país vizinho à espera de providências, não será enterrado no Brasil porque a família desistiu de fazer o traslado, devido ao alto custo. O marido da vítima, Thiago Henrique Batista Ferreira, que está na cidade boliviana de Santa Cruz, disse que a família teria um custo médio de 25 mil reais para trazer o corpo para Campinas (SP).
Ferreira também afirmou que, ao fazer a identificação física, notou que o corpo não estava mais em condições de ser transportado, por isso, a família optou pela cremação na Bolívia. O custo será de cerca de 6 mil reais.
Depois disso, o promotor de Justiça que acompanha o caso na Bolívia, vai emitir uma documentação para que a família transporte as cinzas de Priscila, tanto no Brasil como na Bolívia.
Suspeitas.
O coronel boliviano Hugo Justiano não descarta a possibilidade do crime ter envolvimento com o tráfico de drogas. Na ocasião, ainda conforme a polícia, a jovem estava com as mãos e os pés amarrados, além de sinais de tortura. No entanto, eles não acharam nenhuma marca de tiro ou perfuração por arma branca.
Já o laudo pericial apontou que ela sofreu violência sexual e posteriormente foi estrangulada. Todas as características, ainda conforme o comandante, indicam a suspeita de um “acerto de contas”.
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