Sábado, 22 de janeiro de 2022

Porto Alegre
Porto Alegre
26°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail ou WhatsApp.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Colunistas Bug no banco de dados

Compartilhe esta notícia:

(Foto: Reprodução)

O governo federal tem um memória curta – ou um banco de dados apagado propositalmente. O novo presidente da Dataprev, Luiz Francisco Monteiro de Barros Neto, nomeado há três semanas em uma canetada no Ministério da Fazenda, foi citado na CPI dos Bingos em 2006. Ele é suspeito de fraude em licitações, prevaricação e improbidade nos contratos da Caixa com a famigerada Gtech, quando foi vice-presidente do banco.

Dada a largada

O presidente Michel Temer deu o pontapé para seu programa de privatizações no setor de energia. O decreto 8.893 autoriza o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) a contratar consultorias para a licitação.

Abriu a carteira

O empresário Mariano Ferraz solto ontem do juiz federal Sérgio Moro, sob fiança de R$ 3 milhões, que deve ter pago sorrindo. Só a mochila de couro que carregava vale uns R$ 5 mil.

Gas(s) na ocupação

O deputado federal Elvino Bohn Gass (PT-RS) visitou escolas invadidas no Rio Grande do Sul para dar apoio à molecada com rostos cobertos e que impede o direito de quem quer aula.

Brasil evitado

Veja como o Brasil está no fim da lista dos investidores no quesito país de oportunidades: a Bolívia e o Paraguai têm obtido filiais de multinacionais com aportes bilionários e geração de empregos – a espanhola Repsol vai investir na capital boliviana La Paz e a italiana Colacem terá uma fábrica de cimento na paraguaia Concepción.

Impacto zero

Do jornalista especialista em coberturas internacionais Marcelo Rech, sobre por que o Brasil não ganha com a vitória de Hillary Clinton ou de Donald Trump na votação do dia 8 nos Estados Unidos: “As eleições são aguardadas com grande expectativa. Não exatamente pelo impacto positivo que poderão ter, mas pelos retrocessos que poderão produzir. Tanto Hilary quanto Trump estão muito longe de representar os anseios da comunidade internacional”.

2013 assombra

O Palácio do Planalto acompanha com lupa e certa apreensão a intensificação das ocupações de escolas públicas. O temor de Temer e auxiliares é de que o movimento cresça e ocupe as ruas em protestos semelhantes aos de julho de 2013.

Pacotinho

O governo estuda apresentar um “pacote de bondades”, com foco em educação, já na segunda quinzena de novembro.

Ausência notória

O governo não enviou nenhum representante às três audiências realizadas no Senado para discutir a PEC (proposta de emenda à Constituição) do teto de gastos: duas na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) e uma na Comissão de Direitos Humanos. A ausência foi estratégica.

O plano

O Planalto avalia que os debates patrocinados pela oposição não surtiram efeito e concentra todos os esforços para mobilizar a base, a fim de aprovar o texto na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e depois em plenário.

Testemunha-coringa

Uma das palestrantes da audiência na CAE foi Esther Dweck, ex-secretária de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento e arrolada como testemunha de defesa no processo de impeachment da então presidenta Dilma Rousseff. Esther é secretária do gabinete da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Que show!

Foi um barraco o encerramento da sessão da CCJ após a apresentação do parecer a favor da PEC do teto de gastos pelo relator Eunício Oliveira (PMDB-CE). “Deixa de teatro!”, gritou o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) à colega Fátima Bezerra (PT-RN), que bradava: “Essa é a PEC da morte!”.

Ponto Final

“A PEC que limita os gastos públicos significa um freio de arrumação em cima da anarquia produzida por 13 anos de descontrole do governo do PT.” – do presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia (RN).

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Colunistas

Dá um empurrão
Pujol é alternativa para presidir a Câmara
Deixe seu comentário
Pode te interessar