Quarta-feira, 20 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 4 de junho de 2025
em tese, o simples fato de ela ser deputada e ter cidadania italiana não impede o processamento para inclusão do seu nome.
Foto: Ag. CâmaraO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (4) que o nome da deputada Carla Zambelli (PL-SP) seja incluído na Difusão Vermelha da Interpol. Essa lista é de foragidos internacionais.
O envio do nome de Zambelli é feito pela Polícia Federal, que é a unidade central da Interpol no Brasil. E passa por validação do Ministério da Justiça, por meio da Diretoria de Cooperação Internacional.
Se a inclusão for aceita pela Interpol, ela passa a ser foragida em 196 países. O ministro Moraes determinou que a decisão também deve ser informada à Justiça do país onde ela está, para viabilizar o pedido de extradição.
A deputada federal anunciou nessa terça-feira (3) que saiu do Brasil. A viagem ao exterior acontece após ela ser condenada a dez anos de prisão por invasão de dispositivo eletrônico. Caso em que ela, segundo a denúncia, contratou o hacker Walter Delgatti para entrar no sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e cadastrar um mandado de prisão falso em nome do ministro Moraes.
De acordo com integrantes da Interpol, o caso concreto tem que ser analisado assim que houver a notificação. E inclui a análise de diversos requisitos, como se o pedido inclui perseguição política, por etnia ou religião.
Mas, em tese, o simples fato de ela ser deputada e ter cidadania italiana não impede o processamento para inclusão do seu nome, dizem as fontes.
O envio do nome à Interpol está dentro da decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão preventiva da deputada federal Carla Zambelli nesta quarta-feira (4). A ordem atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O ministro ainda determinou o bloqueio do passaporte e de verbas que seriam pagas pela Câmara dos Deputados e o bloqueio das redes sociais da deputada, como Instagram, TikTok e Facebook.
(Com CNN Brasil)
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Sonha filó
A Itália certamente vai se lembrar da extradição negada pelo lulopetismo para o terrorista italiano Césare Battisti, condenado a prisão perpétua por assassinatos em seu país mas declarado “asilado político” pelo governo petista no final de 2010..
E o advogado dele à época era ninguém menos do que Luis Roberto Barroso, hoje presidente do STF…
Essamerece secfodervparadeixar de ser burra e ser putinha de político bandido.
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Tem antes que combinar com a Interpol.
TUDO CORTINA DE FUMAÇA