Quinta-feira, 11 de junho de 2026
Por Flavio Pereira | 2 de março de 2022
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Se dependesse de Jair Bolsonaro, o Fundo Eleitoral para 2022 seria de R$ 2 bilhões. Por esta razão, na memória do eleitor ainda permanece a decisão dos deputados e senadores que traíram Bolsonaro e derrubaram o veto do presidente. Com isso, ampliaram o valor do Fundo Eleitoral de R$ 2 bilhões para mais de R$ 5,7 bilhões. Na Câmara, os deputados derrubaram o veto de Bolsonaro por um placar de 317 votos a 143. No Senado, foram 53 votos pela derrubada do veto e 21 por sua manutenção. Embora a votação tenha ocorrido em 17 de fevereiro, deputados e senadores têm sido cobrados até agora nas suas bases eleitorais pela derrubada do veto presidencial e isso certamente impactará negativamente no seu desempenho nas eleições deste ano.
STF poderá validar Fundão de R$ 5,7 bilhões
A questão do Fundão vetado por Jair Bolsonaro, mas mantido pelos deputados e senadores foi parar no STF, por iniciativa do partido Novo, que contesta o novo valor. Em sua estreia como relator do processo relevante que chega ao plenário do Supremo Tribunal Federal, o ministro André Mendonça votou a favor da redução do Fundão mas poderá ficar isolado e perder por 10 votos a 1 (o STF tem onze ministros). O placar já está 5×1 a favor da manutenção do Fundão. O julgamento começou na última quarta-feira (23) e será retomado na próxima quinta, dia 3.
João Doria dobra aposta do reajuste, na comparação com Eduardo Leite
O governador de São Paulo, João Doria, pré-candidato à presidência da República após derrotar seu colega gaúcho Eduardo Leite nas prévias tucanas, quer deixar o governo paulista com boa imagem perante os servidores públicos.
Ontem, Doria anunciou nas suas redes sociais que todos os servidores públicos receberão um reajuste de 10% a partir do dia 1°. Para os policiais, o reajuste será de 20%. Bem maior que o reajuste cogitado pelo seu colega Eduardo Leite, de 5,3% para todos os servidores gaúchos.
Brasil não precisa ser dependente do fertilizante russo
A dependência do Brasil dos fertilizantes russos (importa cerca de 25% das suas necessidades) não seria necessária, caso o País pudesse explorar as reservas existentes aqui. Soma-se a isso o fato de que o STF cria mais insegurança jurídica ao ameaçar a governabilidade do Estado brasileiro com aprovação do novo Marco Temporal e ampliar as áreas indígenas no Brasil, o que inviabilizaria economicamente o País pelas próximas décadas. O comentário do presidente Jair Bolsonaro:
“Nós temos fertilizantes no Brasil, na Foz do Rio Madeira, mas ali é uma reserva indígena, não pode ser explorada. Isso mostra que o Brasil foi imobilizado no passado pela indústria da demarcação de terras indígenas. Quanto à decisão sobre o novo Marco Temporal pelo STF, há um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes. Vamos supor que esse novo Marco Temporal seja reconhecido pelo STF: nós já temos o equivalente à toda a Região Sudeste em áreas demarcadas para indígenas. Com o novo Marco Temporal, teríamos mais outra área, equivalente à Região Sul. Estamos trazendo problemas para nós mesmos”.
De olho no “acordão”
Na prévia da pauta da sessão do próximo dia 8 no Legislativo gaúcho, não figura o projeto de resolução propondo a cassação do mandato do deputado Ruy Irigaray, cujos relatórios já foram aprovados por unanimidade pela Comissão de Ética, e pela Comissão de Constituição e Justiça. Para inclusão na pauta no dia 8, a matéria terá de ser aprovada por acordo de líderes.
A hipótese de renúncia do deputado, que chegou a ser especulada, para evitar os efeitos da cassação (perda dos direitos políticos por 8 anos) está superada, pois o artigo 57 do Código de Ética estabelece que, mesmo ocorrendo renúncia, todo procedimento disciplinar estabelecido continua e precisa ser votado.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
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Otávio, é o teu dinheiro que o presidente está defendendo, político que quer se eleger e partidos que arranjem dinheiro do seu próprio bolso, ou vão atrás de empresas, eles ganham um alto salário e mordomias e podem pagar, mas com meus impostos negativo, mas como você é daqueles que se não tiver corrupção, ladroagem e roubalheira é contra, então pague do seu bolso e eleja estes vagabundos e ordinários que estão te roubando ,parece que gosta.
Viram? Coitado. Só pensa no povo enquanto os semvergonhas só pensam na reeleição. Ainda bem que as eleições estão chegando. Que época. É praga em cima de praga.
Presidente agiu certo, mas como o Congresso Nacional, 90% e corrupto, vão sempre querer roubar mais.
Os deputados do Fundão serao literalmente banidos da politica , começando pelo HEINZE .
Deveriam ter outdoors espalhados pelo país com o nome de todos os deputados e senadores que aprovaram esta safadeza de R$ 5,7 BI, para que NUNCA MAIS sejam reeleitos e nem eleitos futuramente (o brasileiro tem memória curta, até pensam em votar num criminoso condenado para presidente).
Esta turma de safados que aprovaram o fundão deveriam ter seus nomes espalhados em outdoors gigantes em todo o pais