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Mundo Em audiência no Senado americano, Bono Vox, líder do U2, recomenda levar comediantes para combater o Estado Islâmico. E ele estava falando sério

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Músico também destacou a crise dos refugiados no Oriente Médio. (Crédito: Reprodução)

O riso é capaz de vencer o terror? Bono Vox, líder do U2 e engajado defensor das causas humanitárias, acredita nessa tese para vencer o Estado Islâmico. Tanto que sugeriu a senadores americanos enviar às fileiras da Síria e do Iraque comediantes de Hollywood.

A declaração foi dada em audiência no Senado americano sobre o Oriente Médio e a crise de refugiados. Para o músico, enviar humoristas seria mais eficiente do que bombardeios. “Não riam”, pediu. “Eu acho que o humor deveria ser usado. Se você usa a violência, está falando a língua deles. Mas se você ri deles, quando estão andando nas ruas, isso tira o poder. Então eu sugiro que o Senado envie Amy Schumer, Chris Rock e Sacha Baron Cohen.” A atriz Amy Schumer demonstrou espanto no Twitter.

Para reforçar seu argumento, Bono cita a vaidade dos membros do grupo terrorista e os símbolos usados pelo movimento para compará-los ao nazismo alemão. Ele lembra então que os movimentos literários do surrealismo e do dadaísmo estiveram entre os primeiros a enfrentar Hitler.

Bono foi convidado para falar por Lindsey Graham, senadora pelo Partido Republicano, como fundador da One Campaign (organização dedicada a enfrentar a pobreza no mundo). O músico fez questão de deixar claro que estava falando sério e teve uma resposta respeitosa da senadora democrata Jeanne Shaheen. “Essa não foi a primeira vez que ouvi especialistas sobre como enfrentar o extremismo falarem sobre isso”, disse ela. “É uma das saídas que estamos procurando.”

Ele também destacou a crise dos refugiados no Oriente Médio, na Ásia e na África e falou sobre a necessidade de um plano de ajuda nas áreas mais necessitadas, como na Síria.

“Uma ajuda estruturada adequadamente, com foco em combater a pobreza e melhorar o governo, seria a melhor saída para combater o extremismo em nosso tempo”, adicionou o cantor, que voltou recentemente de campos de refugiados na África e no Oriente Médio.

O músico ainda pressionou o comitê sobre a “ameaça existencial” que a Europa não enfrentava desde a Segunda Guerra Mundial. “Isso é impensável. E vocês deveriam estar preocupados quanto a isso”, declarou Bono, que lançou há pouco um editorial no The New York Times pontuando seu plano para conter a crise de refugiados. (AG)

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