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Porto Alegre Em greve, trabalhadores do Imesf voltam a protestar contra a extinção do órgão em Porto Alegre

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Dezenas de profissionais se reuniram em uma caminhada, que partiu da Unidade de Saúde Modelo, no bairro Santana, em direção à sede da prefeitura

Foto: Alex Rocha/PMPA/Arquivo
O crédito na conta de todos os servidores municipais ocorrerá durante o último dia útil do mês. (Foto: Alex Rocha/PMPA/Arquivo)

Os trabalhadores vinculados ao Imesf (Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família) voltaram a protestar contra a extinção do órgão, nesta quarta-feira (14), nas ruas de Porto Alegre. Dezenas de profissionais se reuniram em uma caminhada, que partiu da Unidade de Saúde Modelo, no bairro Santana, em direção à sede da prefeitura.

O Sindisaúde/RS estima que 200 profissionais do Imesf aderiram à greve, que vai até a sexta-feira (16). Com a paralisação, a categoria quer pressionar a Justiça a analisar uma liminar contra a extinção do TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que impede o Executivo de terceirizar a gestão no atendimento primário.

O entendimento é de que a ação também veda a rescisão dos contratos dos trabalhadores do Imesf. Havia a expectativa de que parte dos profissionais fosse absorvida pelas entidades filantrópicas que assumiram a gestão dos postos – algo que, segundo a categoria, acontece de forma muito lenta.

A Secretaria Municipal de Saúde afirmou que “lamenta mais uma paralisação de profissionais ainda ligados ao Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família”.

Segundo a pasta, foram registradas sete unidades de saúde fechadas pela “desassistência causada pelo movimento sindical, o que deixa 35 mil pessoas sem atendimento em saúde”.

“Com o novo modelo, construído pela Secretaria de Saúde, contando com Irmandade Santa Casa de Misericórdia, Associação Sulina Divina Providência e Associação Hospitalar Vila Nova, greves e desassistência para a população não ocorrem, tampouco o porto-alegrense ficará refém de interesses político sindicais de categorias, em pleno período de pandemia e campanha de vacinação”, informou a prefeitura.

tags: Saúde

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1 Comentário
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Rogério José Tumelero
14 de outubro de 2020 20:43

Tem de acabar com esses parasitas cheios de direitos e privilégios, não há mais espaço para predadores do serviço público. A ineficiência é a bandeira de voçês, fora.

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