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Porto Alegre Força-tarefa para retirada de entulho das ruas de Porto Alegre contará com mais 256 garis

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Serviço já conta com 800 trabalhadores do DMLU e empresa terceirizada, que recolheram até agora mais de 50 toneladas de material. (Foto: Divulgação/DMLU)

O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) de Porto Alegre contratou nessa terça-feira (11) mais 256 garis para ampliar e acelerar os trabalhos da força-tarefa que atua para retirar das ruas o entulho resultantes das enchentes. Eles atuarão de forma temporária (90 dias), por meio de oito equipes, a um custo de R$ 5,2 milhões à prefeitura.

Vinculados às empresas FG Soluções Ambientais, Aguiar Serviços e Empreendimentos Imobiliários, Mecanicapina Limpeza Urbana e WB Serviços, esses trabalhadores se somarão aos 800 que já designados para a atividade pelo DMLU em conjunto com a terceirizada Cootravipa. A lista de atribuições inclui a raspagem de lodo e terra acumulados nas vias, bem como varrição geral.

Cada uma das oito turmas de trabalho é composta por 30 operários, um encarregado, um motorista, um ônibus para transporte da equipe e das ferramentas, seis carrinhos de mão, três enxadas, três garfos curvos, seis pás-de-concha, seis vassouras, seis vassouras de aço e seis vassourões de cabo inclinado.

“A área urbana que sofreu alagamento é extensa, com muitas vias ainda cobertas por grande quantidade de descarte a ser recolhido. Em virtude deste cenário, precisamos aumentar o efetivo”, salienta o diretor-Geral do DMLU, Carlos Alberto Hundertmarker. O órgão é vinculado à Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb).

A força-tarefa  já retirou mais de 50 mil toneladas de materiais de ruas afetadas pelas enchentes de maio na Capital. O itens são conduzidos até um aterro sanitário em Gravataí (Região Metropolitana), licenciado pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).

O volume inclui roupas, cobertas, colchões, móveis destruídos, entulho de demolição, pedras, areia e sucata de ferro, sendo que alguns desses itens se caracterizam por não se decompor ou sofrer grandes alterações ao longo do tempo – aspecto que exige sua destinação para aterros ou reciclagem.

“Bota-espera”

Favorecido pelas condições climáticas dos últimos dias, o DMLU tem disponibilizado os “bota-espera”. São terrenos onde moradores e comerciantes podem realizar o descarte de resíduos sem serventia, auxiliando assim a logística de recolhimento:

– Centro Histórico – avenida Loureiro da Silva nº 678, junto ao edifício Chocolatão (8h às 22h).
– Serraria (Zona Sul) – avenida da Serraria nº 2.517 (8h às 18h).
– Humaitá (Zona Norte) – rua Voluntários da Pátria nº 314, acesso 4 (8h às 18h).
– São Geraldo (Zona Norte) – avenida Cairu esquina com a rua Voluntários da Pátria (8h às 18h).

(Marcello Campos)

 

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