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Variedades “Gosto da paz, mas funciono mais na guerra”, diz Romário

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Em documentário, ex-jogador lembra embate com Zagallo: "Arrogante, petulante, achava que sabia mais do que sabia". (Foto: Reprodução)

Não dá para dizer que Romário, de 58 anos, ficou marrento ao longo do tempo devido ao sucesso como jogador. Ele já era assim desde criança. A frase é dita no documentário “Romário, o cara”, sobre a vida do atacante carioca. Por lá, é repassado a trajetória de sucesso no gramado, assim como as polêmicas fora dele.

“Quando você encontra em um grupo uma pessoa que tem posicionamento, essa se torna diferente. Por muito tempo na minha vida, por vários anos, fui o diferente por onde passei. Por isso, tive esses vários confrontos e problemas ao redor da minha vida. Gosto da paz, mas funciono mais na guerra”, disse Romário, no documentário disponível no streaming Max.

Briga de Romário e Zagallo

Logo no primeiro episódio disponível (ao todo serão seis episódios, sendo liberados dois por semana), é relembrado o embate do jogador com Zagallo, então treinador da seleção brasileira. A situação ficou insustentável em 1992, quando em um amistoso contra Alemanha, Romário ficou no banco. Brigas no vestiário tornaram-se públicas na imprensa. Na época, o então técnico disse ter sido necessário gritar com o carioca, algo que hoje é negado.

“Zagallo sempre teve isso de ser arrogante, petulante, ser o maior de todos, por isso a gente nunca se deu bem. ‘Quem manda a gente, assim vai ser’, disseram na época. E eu disse tudo bem. Zagallo não gritou comigo. Nem meu pai grita comigo. Se ele grita comigo, mando ele tomar no… Ainda bem que não gritou”, disse Romário, no documentário.

A dupla de ataque na partida amistosa foi formada por Bebeto e Careca. Na época, Romário era destaque no futebol holandês.

“A gente nunca se curtiu. Meu pai ensinou que ordem errada não se cumpre. Sempre aprendi a respeitar as pessoas, se eu tivesse vontade de falar, eu falava. Isso fez Romário ser polêmico. Se eu, quando convocado, tivesse certeza que não iria jogar, não viria. Foi mais um motivo para eu ficar puto”, disse o Baixinho.

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