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Rio Grande do Sul Governo gaúcho realiza novo repasse, de R$ 4,7 milhões, para 83 escolas estaduais atingidas pelas enchentes de maio

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Este é o quarto pagamento emergencial realizado por meio da autonomia financeira das instituições desde o início da crise meteorológica

Foto: Seduc/Arquivo
Esforço para universalizar a educação, propiciado pelo aumento de gastos públicos, deu resultados. (Foto: Seduc/Arquivo)

O governo do Rio Grande do Sul repassou, nesta segunda-feira (02), R$ 4,7 milhões para 83 escolas estaduais gravemente afetadas pelas enchentes de maio. Este é o quarto pagamento emergencial realizado por meio da autonomia financeira das instituições desde o início da crise meteorológica, parte das medidas de reconstrução da educação no Rio Grande do Sul.

Desde junho, mais de R$ 55 milhões foram investidos em recursos adicionais para que as escolas atingidas pudessem realizar pequenos reparos e adquirir materiais e mobiliário.

Os valores repassados às escolas variam conforme a avaliação do impacto dos eventos meteorológicos na infraestrutura escolar. Instituições que registraram danos de menor gravidade, como perdas de materiais pedagógicos, administrativos e de consumo, recebem um adicional de R$ 20 mil.

As escolas com estragos em equipamentos e mobiliário são contempladas com R$ 40 mil. A maior parcela, de R$ 80 mil, é destinada às escolas que sofreram de forma severa, com telhados danificados e alagamentos.

Os pagamentos emergenciais para eventos meteorológicos começaram em junho, com R$ 24,2 milhões distribuídos para 692 instituições da Rede Estadual. Em julho, um segundo repasse de mais de R$ 18 milhões foi realizado para 718 escolas. O terceiro depósito ocorreu no início de agosto, com mais de R$ 9 milhões destinados a 290 escolas.

A iniciativa faz parte do Plano Rio Grande, que atua em três eixos de enfrentamento aos efeitos das enchentes: ações emergenciais, ações de reconstrução e Rio Grande do Sul do futuro.

A sociedade também está contemplada e participa do plano por meio do Conselho do Plano Rio Grande, que tem 182 representações do Poder Público e da sociedade civil, incluindo pessoas atingidas pelas enchentes. A academia está representada pelo Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática, sendo um órgão colegiado com atribuições consultivas e propositivas.

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