Sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Porto Alegre
Porto Alegre
27°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail ou WhatsApp.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Inadimplência registra recorde em outubro e atinge mais de 63 milhões de brasileiros, diz Serasa

Compartilhe esta notícia:

Número de débitos totais no país apresentou uma alta de 2,31% em relação ao mês anterior. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O “Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas no Brasil”, realizado pela Serasa em outubro, registrou a maior alta do ano. Com 63,4 milhões de brasileiros inadimplentes, o número é o maior desde julho do ano passado, época em que a situação de inadimplência chegou a afetar 63,5 milhões de pessoas.

De acordo com o estudo mensal, o número de débitos totais no país apresentou uma alta de 2,31% em relação ao mês anterior, totalizando 213.268 milhões de contas. O valor das dívidas também está mais elevado: com um crescimento de 3,37% no valor total em relação a setembro, essas contas somam R$ 253,65 bilhões, uma média de R$ 4.000,61 por pessoa e R$ 1.189,38 por dívida.

Ainda segundo o levantamento, o segmento de bancos e cartões de crédito segue liderando o ranking das contas responsáveis pela inadimplência, representando 28,70% do total. Na sequência, aparecem as dívidas de utilities (tarifas básicas, como água e luz) com 23,5%. O varejo responde por 13%.

O Sudeste (28.577.461) e o Nordeste (15.665.620) concentram o maior número de pessoas negativadas do país. No recorte por estado, São Paulo, Rio, Minas Gerais, Bahia e Paraná concentram o maior número de inadimplentes – mas também, são os lugares com maior volume de dívidas negociadas no Serasa Limpa Nome.

Para Aline Maciel, gerente do Serasa Limpa Nome, apesar da alta do número de inadimplentes, a busca por oportunidades de negociação também aumentou. “Para muitos brasileiros, o primeiro passo para o recomeço é estar com o nome limpo”, comenta a especialista. “E esse é o melhor momento do ano para renegociar sob condições diferenciadas, já que até 6 de dezembro se realiza o Feirão Limpa Nome, que com descontos de até 99% já possibilitou mais de 3,6 milhões de acordos”, complementa.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Ministro da Economia decide reestruturar equipe, substituir secretário da Receita Federal e criar uma nova secretaria especial
Para zerar a fila, Auxílio Brasil necessitaria de 95 bilhões de reais
Deixe seu comentário
Pode te interessar