Quarta-feira, 27 de maio de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Geral Israel não acata resolução da ONU e diz que vai continuar a agir até o Hamas ser destruído e os reféns serem devolvidos

Compartilhe esta notícia:

Conselho de Segurança se reúne nesta terça. (Foto: Divulgação)

Israel não viu com bons olhos a aprovação da resolução no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), que foca na proteção de crianças e pausa humanitária para o envio de ajuda necessárias para a Faixa de Gaza. Após o resultado – o texto de Malta obteve 12 votos a favor, sendo um dos Brasil, 3 abstenções (Estados Unidos, Rússia e Reino Unido) – o embaixador de Israel na ONU, Gilard Erdan, usou as redes sociais para criticar a decisão.

“A resolução da ONU está desligada da realidade e não tem sentido. Independentemente do que o Conselho decida, Israel continuará a agir de acordo com a lei internacional, enquanto os terroristas do Hamas nem sequer lerão a resolução, muito menos a cumprirão”, escreveu o embaixador de Israel na ONU, Gilad Erdan, no X (antigo Twitter).

“É lamentável que o Conselho continue a ignorar, a não condenar, ou mesmo a mencionar, o massacre levado a cabo pelo Hamas em 7 de Outubro, que conduziu à guerra em Gaza. É realmente vergonhoso!”, continuou. Segundo Erdan, apesar da aprovação, Israel não vai considerar o texto e vai continuar a “agir até que o Hamas seja destruído e os reféns sejam devolvidos”, finalizou.

O Conselho de Segurança da ONU pede pausas humanitárias em Gaza pedindo “pausas humanitárias estendidas” na Faixa de Gaza. A resolução foi apresentada por Malta, e “pede pausas e corredores humanitários urgentes e estendidos na Faixa da Gaza, por um número de dias suficiente”

Na quarta-feira (15), pela primeira vez desde que a guerra no Oriente Médio começou a ONU conseguiu aprovar uma resolução. Em outubro, mesmo mês em que o conflito começou, quando o Brasil presidia o órgão, quatro resoluções foram apresentadas: duas da Rússia, uma do Brasil e uma dos Estados Unidos. De todas, a brasileira foi a que tinha chegado mais perto de ser aprovada, com 12 votos a favor, duas abstenções e um voto contra, que foi o dos Estados Unidos, e, por serem membro permanente, tem o direito de barrar.

Os norte-americanos alegaram que o texto brasileiro não falava sobre o direito de Israel se defender do ataque do Hamas, assunto que foi bastante polêmico, uma vez que essa ação já está descrita no texto da ONU. As resoluções russas, por sua vez, não obtiveram votos necessários. Já a dos Estados Unidos, foram vetadas pela Rússia e China – membros permanentes – e obteve 10 votos a favor.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Geral

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Presidente do Chile, Gabriel Boric anuncia o fim de seu relacionamento com a cientista social Irina Karamanos
G20 no Brasil terá reuniões em 17 cidades; Porto Alegre é uma delas
Pode te interessar