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Celebridades “Já fui chamada de garota de programa de luxo e acusada de ser um mau exemplo”, diz Xuxa

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“Depois, aos 17 anos, namorei Pelé, o maior ídolo do país por 6 anos e foi aí que eu conheci a maldade real das pessoas", disse a loira

Foto: Blad Meneghel/RecordTV
“Aos 17 anos, namorei por 6 anos o Pelé, maior ídolo do País e foi aí que eu conheci a maldade real das pessoas", contou a loira. (Foto: Blad Meneghel/RecordTV)

A apresentadora Xuxa Meneghel, 57 anos, fez um longo desabafo em sua mais recente coluna na revista “Vogue”. Ao longo do texto, ela falou sobre a chegada no Rio de Janeiro, o namoro com o ex-jogador Pelé e de todas as ofensas que recebeu ao longo da vida.

“Vamos falar sobre algo que vivo desde que me conheço por gente: preconceito. Quando cheguei ao Rio, eu era chamada de interiorana. Achavam graça do jeito como eu falava, riam do lugar onde eu nasci [minha linda Santa Rosa, no Rio Grande do Sul], diziam que eu era caipira. Depois, aos 16 anos, quando comecei a trabalhar, me chamavam de suburbana. Eu pegava um trem e levava uma hora para chegar à Central do Brasil e de lá pegava outra condução para estar ao lugar marcado, o que é a realidade de muita gente”, iniciou.

“Depois, aos 17 anos, namorei Pelé, o maior ídolo do país por 6 anos e foi aí que eu conheci a maldade real das pessoas. Fui chamada de puta, interesseira que queria aparecer às custas de um rico famoso, garota de programa de luxo e muitos outros nomes. Quando comecei a trabalhar para crianças, aos 20 anos, fui taxada de loira burra, despreparada. Disseram que eu tinha relações com as Paquitas, com minha diretora e que eu não poderia trabalhar com o público infantil”, continuou a apresentadora.

“Tem ainda quem quer me atingir falando do filme Amor, Estranho Amor, de Walter Hugo Cury, um cineasta premiado da época. Muitas pessoas nem viram o filme. Para quem não viu, vou contar a sinopse: eu fazia o papel de uma menina de 15 anos comprada no interior para ser dada a um político. Nada a ver com a minha biografia, mas amam dizer que sou eu, a “Xuxa dos Baixinhos” e não a personagem, menina que foi vendida para um prostíbulo – que aliás é um tema tão atual…” conclui.

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