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Rio Grande do Sul Montado desde o dia 15 em Gravataí, o centro de distribuição de medicamentos e insumos hospitalares doados ao RS já recebeu mais de 54 milhões de remédios

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Até essa sexta (24), foram atendidos pedidos de 45 municípios e 30 hospitais. (Foto: Itamar Aguiar/Ascom SES)

Montado desde 15 de maio em Gravataí, o centro de distribuição para medicamentos e insumos hospitalares doados ao Rio Grande do Sul já recebeu mais de 54 milhões de unidades de remédios. A contagem é feita com base no número de comprimidos, cápsulas e frascos.

O local está sendo gerenciado pela Secretaria da Saúde (SES) num espaço cedido dentro da estrutura que pertence à Rede de Farmácias São João.

À margem da RS-290 (Freeway), o espaço vai atender à demanda de hospitais, unidades de pronto atendimento e secretarias municipais de Saúde. Já foram atendidos, neste período, pedidos de 45 municípios do Estado e 30 hospitais.

Uma equipe de servidores da SES, deslocado de diversos departamentos, está presente no local seis dias por semana para o trabalho de catalogação e organização. Já foram recebidos mais de 150 tipos de apresentações farmacêuticas. Todos os lotes são separados a partir das solicitações dos hospitais e dos municípios.

Nessa sexta-feira (24), a secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, esteve no local acompanhando os trabalhos. “São milhares de itens que estão chegando de doações vindas do Brasil inteiro”, ressaltou.

“Viemos agradecer aos profissionais da SES que estão aqui em uma missão valiosa, realizando uma tarefa que não era de seu cotidiano. Agradecemos também a quem está doando itens para suprir as necessidades da população.”

Leptospirose

O Laboratório Central do Estado do Rio Grande do Sul (Lacen/RS) está analisando mais de 800 amostras de casos suspeitos de leptospirose. O serviço acompanha o crescimento no número de ocorrências devido ao grande período de cheias e ao aumento da exposição à doença pela população. O laboratório dispõe de dois diagnósticos: o de biologia molecular (RT-PCR) e o diagnóstico sorológico. Ambas testagens são feitas de forma gratuita.

O método RT-PCR detecta a bactéria presente no organismo do paciente e é recomendado para amostras coletadas nos primeiros sete dias de sintomas.

Já o diagnóstico sorológico detecta o anticorpo produzido pelo organismo do paciente em resposta à infecção causada pela bactéria Leptospira. A reação sorológica é a opção de escolha para análise das amostras de pacientes que apresentam sintomas há sete dias ou mais.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda e transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados. O contágio pode ocorrer a partir da pele com lesões ou mesmo em pele íntegra, se imersa por longos períodos em água contaminada, além de por meio de mucosas.

O período para o surgimento dos sintomas pode variar de um a 30 dias. Os principais sintomas são: febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios.

Ao apresentar os sintomas, a recomendação é procurar um serviço de saúde e relatar a exposição de risco. O uso do antibiótico, conforme orientação médica, está indicado em qualquer período da doença, mas sua eficácia costuma ser maior na primeira semana do início dos sintomas. Não é necessário aguardar o diagnóstico laboratorial para o início do tratamento.

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