Quarta-feira, 17 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 25 de janeiro de 2023
A mulher de Daniel Alves, modelo e empresária espanhola Joana Sanz, foi às redes sociais para desmentir o jornal El Confidencial, que havia indicado que uma de suas publicações havia sido em apoio ao jogador. Ele está preso desde a última sexta-feira, acusado de agressão sexual, após prestar depoimento em Barcelona.
Por meio de seu Instagram, Joana fez um story com a frase “Coração, aguente tanta dor, por favor”. Ao reproduzir a publicação, o jornal indicou que seria uma mensagem para Daniel Alves. A modelo fez nova postagem na terça-feira, desmentindo a história.
Ela publicou um print da matéria, na qual é citada defendendo Daniel Alves. “Mentira. Não deturpem ou interpretem mal o que digo”, escreveu Joana. “‘Coração, aguente tanta dor’ é de mim para mim mesma”, reforçou a modelo. Na segunda-feira, ela já havia postado um vídeo no qual agradecia às mensagens de apoio neste momento difícil.
Além da prisão de Daniel Alves, Joana lida com a morte de sua mãe, Maria del Carmen. As supostas mensagens em apoio ao jogador foram publicadas na última semana, antes de sua prisão.
Preso preventivamente desde a última sexta-feira, Daniel Alves é acusado de agressão sexual, que teria sido cometida no dia 30 de dezembro, em uma boate em Barcelona. Na segunda-feira, o lateral-direito foi transferido de prisão na cidade. Ele permanecerá em reclusão até seu julgamento, que ainda não tem uma data definida.
Coquetel antiviral
Em outra frente, Ester García López, advogada da mulher de 23 anos que acusa Daniel Alves de estupro, afirmou nesta quarta-feira que a vítima está tomando um coquetel antiviral para evitar contaminação por infecções sexualmente transmissíveis. Ela aponta que sua cliente foi agredida sexualmente pelo jogador sem uso de preservativo.
Em entrevista ao portal de notícias Uol, a advogada da vítima contou que sua cliente está muito abalada com a situação e faz uso de ansiolíticos para conseguir dormir. Ela está recebendo assistência psicológica por meio de uma entidade pública cuja finalidade é acolher pessoas que sofreram violência sexual.
Ester García López ainda afirma que sua cliente não ingeriu bebidas alcoólicas na noite em que foi vítima da agressão sexual. Esse fato fez com que a mulher não esquecesse detalhes do ocorrido.
A advogada entende que a forma como foram conduzidas as investigações preliminares e a consequente prisão preventiva de Daniel Alves podem ser determinantes para mudar a forma como casos de violência sexual são tratados no poder judiciário, independentemente do julgamento final. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Os comentários estão desativados.