Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 24 de julho de 2015
O rio dos Sinos registrou baixa de apenas 3 centímetros entre a madrugada e a manhã dessa quinta-feira. Mesmo assim, o nível de 7,54 metros foi considerado estável. Em São Leopoldo, no Vale do Sinos, medição feita à tarde apontou 5,84 metros, alta de 4 centímetros em 24 horas. Ainda assim, algumas famílias voltaram para suas casas. Cinquenta e oito pessoas continuam abrigadas no ginásio municipal.
Novo Hamburgo é a cidade com o maior número de afetados na região, com 400 pessoas em abrigos públicos nos bairros Canudos, Santo Afonso e Diehl. No loteamento Kephas, muitos se recusam a sair de casa e, nessa quinta-feira, a determinação da Justiça foi intensificada. Oficiais foram até a área acompanhados da Brigada Militar, Guarda Municipal e Defesa Civil. O risco de deslizamento é alto. Há também 800 pontos sem energia. Ainda há desabrigados em Esteio (70), Campo Bom (60) e Sapucaia do Sul (123).
Em Cachoeira do Sul, no Centro do RS, o rio Jacuí transbordou nessa quinta-feira e famílias foram retiradas de casa no bairro Cristo Rei. O nível estava em 23,67 metros, 5 além do normal.
Água
Quatro cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre estão sem água devido à cheia do rio Gravataí: Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí e Viamão. O desabastecimento é causado pelo alagamento na Estação de Bombeamento de Água de Cachoeirinha, segundo a Corsan (Companhia Riograndense de Saneamento).
O Programa Estadual de Defesa dos Consumidores notificou a empresa pela falta de água em Alvorada. O município decretou situação de calamidade pública devido ao problema. A Corsan informou que em Cachoeirinha e Gravataí, o abastecimento deve ser normalizado a partir desta sexta-feira.
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