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Geral Novo passaporte brasileiro traz mais recursos de segurança

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Dentre as mudanças, há novos padrões de segurança na confecção que devem dificultar possíveis fraudes. (Foto: Reprodução)

O governo federal apresentou nesta semana uma nova versão do passaporte com o intuito de deixar o documento mais seguro. Dentre as mudanças, há novos padrões de segurança na confecção que devem dificultar possíveis fraudes.

O número de marcas d’água subiu de uma para 13 e são imagens que representam elementos dos seis biomas brasileiros. Outra novidade são os fundos invisíveis fluorescentes com os nomes dos biomas que são vistos apenas mediante exposição a luz UV, recurso que antes se limitava aos números das páginas.

Nas páginas de identificação, além da tradicional foto colorida constará ainda outras duas fotos, sendo uma imagem “fantasma” em preto e branco e outra formada com base nos dados biométricos do portador.

A capa atual, que apresenta as estrelas do Cruzeiro do Sul, será substituída pelo brasão da República, que já esteve presente em versões antigas do documento e terá ainda elementos da bandeira em baixo relevo.

O governo afirmou que o preço segue o mesmo, R$ 257,25, e o prazo de validade permanece de dez anos.

O novo passaporte começará a ser fabricado em setembro, em comemoração ao bicentenário da Independência do Brasil, mas não é preciso correr para renovar. Os documentos atuais continuam válidos até o vencimento.

Entrevistado pelo programa A Voz do Brasil, diretor-geral da Polícia Federal (PF), Márcio Nunes de Oliveira, o passaporte do Brasil é um dos mais seguros do mundo, porém, há 16 anos não passava por atualizações, e alguns itens de segurança já estavam obsoletos.

Entre as inovações estão: holografia; fundo com impressão irizadada em tintas reativas â luz ultravioleta; tintas sensíveis e erradicadores mecânicos e tintas reativas a solventes; imagem fantasma em preto e branco impressa em jato de tinta; personalização com dados de identificação do portador da caderneta e imagem do portador em efeito letter scream.

De acordo com o diretor-geral da PF, este será o primeiro passaporte temático “estarão ali retratados os biomas do Brasil”, disse. “Uma obra de arte”, completou.

Nova identidade

Também nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro entregou as primeiras carteiras de identidade nacional (CIN) com registro único, durante evento no Palácio do Planalto. O novo modelo já havia sido anunciado em fevereiro deste ano e usará o Cadastro Nacional de Pessoa Física (CPF) como número de identificação.

Entre os primeiros a receber o documento, estavam os ministros Paulo Guedes, da Economia, e Anderson Torres, da Justiça e Segurança Pública. Pessoas de outras unidades da federação que participaram do projeto piloto da CIN também receberam a nova carteira durante a cerimônia.

A partir de 4 de agosto, a carteira de identidade nacional será emitida em um único modelo, independentemente de qual estado em que seja produzida. Inicialmente, os brasileiros que têm CPF e moram no Acre, em Pernambuco e Goiás, no Distrito Federal, em Minas Gerais, no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul poderão solicitar a CIN aos institutos de identificação de seu estado. Os demais estados estarão aptos a emitir o novo modelo até março de 2023.

A nova identidade vem com um QR Code que pode ser lido por qualquer dispositivo apropriado, como um smartphone. Dessa forma, será fácil confirmar a autenticidade do documento e saber se foi furtado ou extraviado. Segundo o governo, com essas mudanças, a identidade nacional será o documento mais seguro do Brasil e um dos mais seguros do mundo. Além da versão física, que será gratuita, a CIN terá uma versão digital.

O governo também destacou que a nova carteira nacional de identidade passará a ser documento de viagem, por causa da inclusão do código no padrão internacional, que pode ser lido por equipamento. Trata-se do código MRZ, o mesmo usado em passaportes. Até o momento, porém, o Brasil só tem acordos para uso do documento de identidade nos postos imigratórios com países do Mercosul. Para os demais países, o passaporte continua sendo obrigatório.

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