Domingo, 29 de Março de 2020

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Bem-Estar Novos testes rápidos para o coronavírus que chegarão ao Brasil são produzidos na China e serão aplicados em profissionais da saúde

Os testes são aprovados por agências reguladoras da China e pela Comissão Europeia

Foto: Agência Brasil
Os testes são aprovados por agências reguladoras da China e pela Comissão Europeia. (Foto: Agência Brasil)

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, deu mais detalhes sobre os novos testes rápidos para coronavírus que chegarão nas próximas semanas ao Brasil. Ele reafirmou no domingo (22) que os profissionais da saúde terão prioridade nesses testes, que dão o resultado em minutos.

O objetivo é verificar quais desses profissionais que tenham apresentado algum sintoma foram contaminados pelo coronavírus e quais podem retornar ao trabalho. Oliveira afirmou que os novos testes são produzidos por uma empresa chinesa e aprovados por agências reguladoras da China e pela Comissão Europeia, mas ainda não são validados pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

“Por isso, nós temos o uso para o teste rápido muito limitado. Ele é um teste para vigilância epidemiológica”, explicou. Os kits, segundo o secretário, serão doados pela mineradora Vale.

Oliveira disse ainda que o governo se prepara para aumentar os testes do tipo PCR, que permitam diagnóstico clínico e em tempo real e sejam realizados por máquinas, preferencialmente sem a necessidade de interação humana, para evitar manipulação de material.

A intenção, segundo Oliveira, é aumentar o número de testes desse tipo para quando a epidemia chegar ao auge no Brasil, “pensando em uma escala de 30 mil a 50 mil exames por dia”.

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