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Mundo Os Estados Unidos aplicam 121 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus

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Pelo menos 79.367.225 pessoas receberam pelo menos uma dose. (Foto: Reprodução)

Os Estados Unidos já administraram 121.441.497 doses de vacinas contra o coronavírus no país até a manhã deste sábado (20), e distribuíram 156.734.555 doses, segundo o Centro para Controle e Prevenção de Doenças do país. O número é referente às doses de vacinas da Moderna, Pfizer/BioNTech e Johnson & Johnson.

De acordo com o número publicado na sexta-feira (19), a agência havia aplicado 118.313.818 doses das vacinas, e distribuído 154.199.235 doses. A Agência disse que pelo menos 79.367.225 pessoas receberam pelo menos uma dose, enquanto 43.036.818 pessoas estão totalmente vacinadas contra o coronavírus até o momento. Um total de 7.648.211 doses de vacinas foram aplicadas em instituições de cuidados continuados, afirmou a agência.

O governo brasileiro afirmou neste sábado que mantém tratativas desde o dia 13 com o governo norte-americano para eventual importação de vacinas do excedente disponível nos Estados Unidos.

“Desde o dia 13 de março o governo brasileiro, através do Itamaraty e da Embaixada em Washington, em coordenação com o Ministério da Saúde, está em tratativas com o governo dos EUA para viabilizar a importação pelo Brasil de vacinas do excedente disponível nos Estados Unidos”, disse o Itamaraty em publicação no Twitter.

A Casa Branca anunciou planos de “emprestar” 4 milhões de doses da AstraZeneca já produzidas nos Estados Unidos para o Canadá e o México. A Casa Branca não tem planos de emprestar doses a outros países, de acordo com um funcionário do governo.

O Brasil enfrenta o segundo surto mais letal de coronavírus depois dos Estados Unidos, que piorou com uma nova onda nas últimas semanas, levando o sistema hospitalar à beira do colapso. Na sexta-feira, o Ministério da Saúde informou um registro diário de 90.570 novos casos, além do segundo dia mais letal desde o início da pandemia.

O governo federal tem demorado a implantar a vacinação no país, com alguns governos locais precisando suspender a imunização em vários pontos devido à falta de suprimentos.

Lockdowns

Os lockdowns, bloqueios totais adotados para conter a proliferação do novo coronavírus, levaram a melhorias na qualidade do ar na maioria dos países, mas o nível de poluentes provavelmente aumentará conforme os governos retirem as restrições e as economias voltem a funcionar. As informações constam no Relatório de Qualidade do Ar Mundial de 2020 da IQAir, uma empresa global de tecnologia e informações sobre qualidade do ar.

O documento aponta que as emissões humanas vindas da indústria e dos transportes caíram durante os lockdowns, e 65% das cidades globais analisadas tiveram melhor qualidade do ar em 2020 em comparação com 2019. Cerca de 84% das nações pesquisadas relataram melhorias na qualidade do ar em geral.

“A conexão entre a covid-19 e a poluição do ar trouxe uma nova luz sobre esta última, especialmente porque muitos locais observaram um ar visivelmente mais limpo — revelando que melhorias na qualidade do ar são possíveis com ação coletiva urgente”, disse o relatório.

Pesquisadores da IQAir estudaram dados de poluição de 106 países, medindo especificamente PM 2.5, um poluente microscópico que pode causar sérios riscos à saúde.

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